<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994</id><updated>2011-12-21T12:39:36.850-08:00</updated><title type='text'>Coisas do Scheid</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>90</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-2396541770164429769</id><published>2011-12-21T12:39:00.000-08:00</published><updated>2011-12-21T12:39:36.857-08:00</updated><title type='text'>Minha mensagem de final de ano</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;Sugiro frente ao tão festejado período do ano, que sigamos a idéia de todos os comerciais de televisão ou quaisquer outros que vinculem na mídia que tanto invade nossas casas. Sugiro que nos permitamos sonhar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;E nesse mundo de sonhos, de comerciais de finais de anos, as pessoas seriam consideradas belas cada qual com a sua particularidade. Não haveria mais padrões de beleza e o silicone não seria mais um assessório estético. Os anabolizantes não seriam mais vendidos no mercado negro, pois ninguém deixaria de ser aceito por ter um pneuzinho a mais. As mulheres voltariam a expor sua beleza através da fragilidade, e os homens enfim entenderiam que a TPM passa. A Ana Maria Braga deixaria de falar com um papagaio enquanto cozinha. Ela encheria sua cozinha de crianças órfãs e falaria com as mesmas enquanto no forno estivessem assando muitos biscoitos coloridos. Os jogadores de futebol brasileiros não iam mais se preocupar com penteados ou com grandes salários. Eles por fim entenderiam a responsabilidade de ser um exemplo para as crianças e assim seríamos, mais uma vez, o maior celeiro de craques do mundo. As fotos e vídeos que circulam na internet de animais mutilados desapareceriam, pois o RBS Notícias não iria mais noticiar tragédias. Na sua grade de programações, estariam somente relatos de pessoas que salvaram cães, gatos ou quaisquer outros animais da crueldade dos maus tratos. As pessoas não iriam mais gastar tempo tentando poupá-lo, pois não haveria mais “fast-foods” nas cidades. Todos iriam ter refeições longas e compartilhadas com amigos. O transito não seria mais motivo de estresse, pois não haveria mais tantos carros. O sedentarismo do mundo iria desaparecer, porque as pessoas iriam aprender a caminhar de novo. O computador não seria mais o melhor amigo das crianças. Todas voltariam a aprender a brincar por brincar, enquanto o sol bronzearia de novo suas peles pálidas. Os enamorados por fim entenderiam as imperfeições do amor. E dessa forma, seria reescrito o clássico da Cinderela e a mesma se casaria com o plebeu mais trabalhador e honesto. O cigarro, como as demais drogas, mal de todas as violências, seria abolido do mundo, pois ninguém mais precisaria fugir ou se anestesiar de um encontro consigo mesmo. Ninguém mais utilizaria passatempos, pois o tempo seria tão valorizado e aproveitado que todos os dias seriam vividos como se fosse o primeiro, e não como o último. Tal qual é pregado hoje em dia. Os idosos seriam respeitados e ouvidos. Os asilos deixariam de existir e todos que ainda tivessem avós teriam o privilégio de poder compartilhá-los com quem já os perdeu para sempre. As pessoas parariam de temer o arrependimento e aprenderiam com os erros. A música voltaria a sua essência que é ser bela, e não cúmplice dos entorpecentes. E a vida seria a celebração de todos, e não mais a agonia de muitos. Enfim, nesse sonho tão infantil que tenho, seríamos todos capazes de entender que nossa natureza é sermos imperfeitos. E assim, embora jamais alçássemos a perfeição, essa mesma que é a maldição destinada a Deus, estaríamos zelando diariamente o futuro de todos os filhos que estão por vir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;André Scheid.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-2396541770164429769?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2396541770164429769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2396541770164429769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/12/minha-mensagem-de-final-de-ano.html' title='Minha mensagem de final de ano'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4449550803175787337</id><published>2011-12-17T21:43:00.001-08:00</published><updated>2011-12-17T21:48:12.550-08:00</updated><title type='text'>Últimas palavras</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;Poderia dizer que é fácil ou simples. Na verdade, um simples poder de síntese resolveria essas últimas linhas mal escritas. Mas não, não é. Não fácil falar com alguém, ou quem sabe mais de uma pessoa, sabendo que é a última vez. Sim, definitivamente, a última vez. Algumas vezes blefamos, queremos atenção, queremos que alguém realmente se importe com o vazio que o silencio da nossa própria voz pode deixar. Mas não. Hoje, e não mais que hoje, não é o caso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;Sem enrolar muito, venho a quem possa interessar deixar algumas poucas palavras que justifiquem minha ausência. Não tenho o hábito de deixar qualquer coisa mal resolvida, então, nada mais justo que a dura verdade. Cansei. Desculpa, mas cansei. Não por fraqueza ou falta de forças para seguir em frente. Não é isso. Cansei das pessoas. Cansei do mundo. Cansei da forma egoísta, estúpida e nada solidária que a humanidade caminha. Cansei de tentar viver e me encaixar em algo que não serve no meu interior mais profundo. Casei do desvio de caráter que tenho que ter para ser socializado. Sendo sincero, cansei da utopia que me leva a caminhar a lugar algum, de crer em conceitos de caráter, doação ou fraternidade. Cansei de caminhar. Cansei de correr. Cansei. Simplesmente, não achei mais propósito. Não achei mais nada que seja válido acreditar. Nem mesmo na minha própria integridade (tão corrompida por mim mesmo nos últimos tempos). Não acredito mais na minha própria capacidade, seja ela qual for. Eu quero sair!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;Por fim, não pensem que estou triste, doente ou delirante. Encontrei-me comigo mesmo. Desculpa a franqueza, mas delirante são vocês que ainda acham que tudo isso tem algum sentido. Acho que até houve&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 21px; line-height: 24px;"&gt;um dia&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 21px; line-height: 24px;"&gt;, mas não há mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;Então, deixo a quem possa interessar um único conselho pertinente: compartilhe o amor. E o motivo é simples. É o único sentimento, ou coisa dentre tantas, capaz de suprir o vazio da alma. O resto é “conversa fiada”. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;Esse em mim, o amor, não existe mais. Nem mesmo uma simples esperança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;Sem mais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;Desculpa pai. Desculpa mãe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4449550803175787337?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4449550803175787337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4449550803175787337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/12/ultimas-palavras.html' title='Últimas palavras'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4727097606839478313</id><published>2011-11-28T20:40:00.000-08:00</published><updated>2011-11-28T20:40:23.365-08:00</updated><title type='text'>Equação do Amor</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Caminhei pelas ruas das incertezas que mapeiam meus dias. Contei pedras nas calçadas e desviei das emendas (me surpreendo que existam pessoas que tenham esquecido essa brincadeira ou tantas outras ainda).&amp;nbsp; Reparei nos sorrisos plastificados das pessoas, nos seus passos apressados, na rigidez das mãos e no peso do cotidiano que todos que passavam por ali carregavam. Sonhei breves segundos. Sorri. Voltei pro mundo ao som de uma buzina e xingamentos. Entrei na movimentada avenida com andar largo, parei um pouco, voltei ao ritmo inicial e sonhei. Sonhei enquanto cantarolava uma canção que o Caetano Velloso regravara há pouco tempo. Paguei de ridículo para uma menininha com cabelos coloridos, que cobriam seu rosto, enquanto eu cantava. Em seguida, “caguei e andei”. No meu tempo, e não pensei que seria tão breve dizer isso, não era feio se distrair cantando qualquer bela canção. Enfim, voltei mais uma vez pro mundo. Acelerei, estava atrasado, e entrei no prédio que tinha compromisso. Anunciei-me e esperei. Enquanto esperava sentando a minha vez, mais uma vez mergulhei no sonho profundo. Como era bom relembrar aquela praia. Aquela caminhada de mãos dadas na beira do mar, fora da temporada de verão, no frio do Rio Grande do Sul. Éramos apenas nós dois. Nossas conversas sem sentido faziam todo o sentido de sermos. Naquele mínimo ponto do universo, desafiamos e zombamos de todos os deuses. Quanta heresia foram nossos abraços e quantas blasfêmias todos os nossos beijos. Batemos de ombros para a imperfeição, pois nos bastávamos ali, somente, completando um ao outro. &amp;nbsp;E eu, que tenho o hábito medonho de equacionar tudo, não encontrei fatores que pudessem compor qualquer fórmula. Naquela praia, na minha lembrança e nos meus “sonhos”, exteriorizei, silenciosamente, um amor que nunca sentira antes. Esse mesmo que segue a regra fundamental do amor, que é ser tolo. Que é trocar qualquer situação ou lugar para estar ao lado de quem se ama. Que é entender que cada etapa de um processo doloroso de conhecimento se confunde com a renovação diária de uma chama, que se acende quando os olhos encontram o sorriso (no caso o teu). &amp;nbsp;E a longa espera do amadurecimento é anulada ao compartilhar de ambos, por horas e horas e horas, todas as brincadeiras bobas de enamorados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Desde aquele dia na praia, te levo comigo aonde quer que eu vá. Nossa equação não faz qualquer sentido nas regras da matemática. Somente faz sentido para nós dois e o nosso sonho delírio compartilhado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4727097606839478313?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4727097606839478313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4727097606839478313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/11/equacao-do-amor.html' title='Equação do Amor'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-1042557383152652181</id><published>2011-11-10T20:45:00.001-08:00</published><updated>2011-11-10T20:45:46.851-08:00</updated><title type='text'>Perdi o romantismo – cultivarei e esperarei o processo</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 16.0pt; line-height: 115%;"&gt;Eu não quero crer no conto. Tanto que não o conto adiante. Eu não quero crer que hoje seja o último dia. Mesmo porque já passamos da meia noite. Não quero crer que seja para sempre, até porque o para sempre, sempre dura muito pouco. Também não quero acreditar e contentar com o pouco, mesmo que o pouco seja a dor mais forte que possa suportar. Não vou acreditar no ódio, esse mesmo que te faz pensar em mim todos os dias. Não vou acreditar na felicidade aos quatro cantos, pois tão sem rumo essa mesma se perde nos pontos cardeais. Não estou interessado mais em teorias, quero me contentar somente com as coisas reais (e salve Belchior). Não creio no absurdo, no extremo, no luxo, no lixo e nem no final. Não creio no Lula, no Obama, na Dilma ou em um país melhor. Não caio nas conversas de quem tanto fala e tanto mostra o contrário do que diz. Não acredito em milagres. Não acredito em santos. Não acredito no karma, cabala, tarô e ciganos. Não acredito na vida após a morte, na vida que se faz de morte e nem mesmo na própria inevitável morte. Não acredito em concordâncias verbais, regras de português e bons costumes. Esses mesmos muitas vezes são utilizados para disfarçar a própria falta de caráter. Não acredito em Budha, Zeus, Jupiter ou Maçã. Não acredito em palestras educativas, seminários, auto-ajuda e Paulo Coelho. Ah, também não acredito em “pequenas empresas, grandes negócios”, histórias do Matarazzo ou ainda na saga de Alencar. Não acredito no rock, nas guitarras Fender, nos barulhos eletrônicos e nas músicas de louvor a Jah. Não acredito nem mesmo no que mais precisaria, por urgência, acreditar. Mas acredito, muito, em uma única coisa: na eternidade da photografia do teu rosto sorrindo para mim. Somos a realidade. Tu, eu e a química.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-1042557383152652181?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1042557383152652181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1042557383152652181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/11/perdi-o-romantismo-cultivarei-e.html' title='Perdi o romantismo – cultivarei e esperarei o processo'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3639414371330368234</id><published>2011-10-19T19:43:00.000-07:00</published><updated>2011-10-19T19:43:38.666-07:00</updated><title type='text'>Tu mudaste</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span&gt;Depois de tanto refletir. Depois de tanto poupar palavras duras. Depois de tanto tolerar. Depois de tanto escutar. Depois, e tão somente depois, de parar de ser um perfeito imbecil, tu mudaste. Descobri que a “nova” pessoa que sou ama demais e se deixa ser amado pela “velha” pessoa que és.&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3639414371330368234?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3639414371330368234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3639414371330368234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/10/tu-mudaste.html' title='Tu mudaste'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7287441530149206502</id><published>2011-10-19T19:36:00.001-07:00</published><updated>2011-10-19T19:36:31.031-07:00</updated><title type='text'>Morrer de Tristeza</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;Tão trágico quanto o lado escuro da lua. Infértil tal qual terras do deserto. Quem sabe talvez diga ao certo... A tristeza não me embala, mas deixa o que foi alegria em qualquer canto da antiga sala. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7287441530149206502?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7287441530149206502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7287441530149206502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/10/morrer-de-tristeza.html' title='Morrer de Tristeza'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7110336371135023790</id><published>2011-10-10T22:00:00.001-07:00</published><updated>2011-10-10T23:23:19.317-07:00</updated><title type='text'>Se</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Termo condicional tardio enraizado em meus pensamentos, assim surge:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;E se luz não se refletisse no teu sorriso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;E se a tua voz não fosse única aos meus ouvidos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;E se a lua, debochada conselheira dos amantes, não fosse tão tua ao ouvir meus lamentos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;E se meu envenenado coração ainda não estiver um deserto seco?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Talvez um sentenciado não?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Talvez um tímido e engasgado sim?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Talvez tuas roupas pelo chão?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Talvez fosse simples assim?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Quem sabe seja a situação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Quem sabe seja o destino?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Quem sabe, às vezes, sabe não?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Quem sabe eu saiba ser sozinho?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Mas é o “se”: e se tu quiseres?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;E se eu quiser?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;E se não possamos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Como vamos saber?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7110336371135023790?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7110336371135023790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7110336371135023790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/10/se.html' title='Se'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3080860197822175474</id><published>2011-10-05T22:01:00.000-07:00</published><updated>2011-10-05T22:01:23.321-07:00</updated><title type='text'>Sinal da Despedida</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;É com estrema crueldade, registro da minha personalidade, que deixo aqui essas palavras registradas. Estando ciente que lerás e o quanto assim isso te importunará pelas próximas trocas de noites que virão no teu tempo terreno. Contudo, antes de iniciar, devo salientar que tampouco sinto qualquer remorso por saber das tuas angústias que estão por vir. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;Sinal da despedida&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;Faça um exercício. Na verdade, um exercício bem simples. Tente imaginar o quanto é possível doer perder um pedaço do próprio corpo. Ter amputada a perna, o braço, olhos ou orelhas. Consegues imaginar o quanto seria difícil a vida a partir de um fato como esse? Tente imaginar o restante dos dias em uma cadeira de rodas. Tente imaginar todos os dias ter que esperar alguém que te conduza ao atravessar a rua. Se possível, tente imaginar alguém tendo que te dar banho. Alguém tendo que te dar comida na boca. Alguém tendo que repetidamente zelar o teu estado vegetal até que a vida tenha piedade. Se for possível tal exercício, tente imaginar o teu sentimento. Tente imaginar a tua ânsia de vida preza a um corpo que hoje não corresponde mais as tuas expectativas. Aquela sede de levantar, de correr, de abraçar alguém, de enxergar um sorriso, de tocar um rosto e de sentir o amor passar por todos os teus vasos sanguíneos. Aquela vontade tão característica de falar, gritar, fazer piadas e sorrir. E agora? Caso o raciocínio esteja sendo seguido, tente mais uma vez imaginar toda essa energia vital preza, contida e sem fluxo para o mundo. O canal está interrompido. Não há mais como exteriorizar tudo isso que carregas dentro do peito. O corpo não suporta mais. Com todos os sentimentos que ainda existem no interior, não é possível uma única lágrima sequer. Nada. Incomunicável. Consegues imaginar isso? Talvez até consigas. Mas, certamente essa não é a condição que te encontras e após ler isso, alguns minutos depois, tal sensação ruim terá passado e a única preocupação será quando vai haver mais uma bebedeira entre amigos. Afinal de contas, não é a tua condição atual. Ficaste triste talvez, pensando em quantos casos como os citados acima existem no mundo. Mas passou. A “vida” seguiu. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;O que nunca te deste conta, é o quanto anestésico é perder algo muito pior que isso tudo que falei. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O quão ruim é poder usufruir das maravilhas de um saudável corpo e o deixar se esgotar por ter tido um pequeno, quase invisível, pedaço amputado. Enquanto tudo se esgota, sendo repetitivo, perdestes a alma. Nada mais triste que ver alguém com a alma amputada pelas imposições cotidianas. Pelos equivocados convívios sociais. Perdestes. Ela se foi. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;"&gt;Finalizo colocando o melhor da minha personalidade. Tevês chance. Poderias ter preservado tua essência frente a uma vaidade tão fútil e tão sem valor com o passar dos anos. Tevês alguém que te esperou. Tevês alguém que deixou tudo por ti. Tevês alguém que queria “te matar” de amor. Que simplesmente teu sorriso se fazia o evento mais importante do universo. E com tudo isso, tenha a certeza que farias toda a diferença na Terra, ao menos para aquela única mísera pessoa que hoje não habitas mais esse planeta. Sinto em te dizer, mas tu terias feito toda a diferença e agora não farás mais. Todo esse vazio, toda essa culpa, vai te consumir. Eu sei. Tu sabes. Todos sabem. E não sinto remorso algum por isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3080860197822175474?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3080860197822175474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3080860197822175474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/10/sinal-da-despedida.html' title='Sinal da Despedida'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><georss:featurename>Novo Hamburgo - RS, Brasil</georss:featurename><georss:point>-29.6846047 -51.14185629999997</georss:point><georss:box>-29.780608700000002 -51.26463129999997 -29.5886007 -51.019081299999975</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5312068318552119213</id><published>2011-10-01T19:17:00.000-07:00</published><updated>2011-10-01T19:18:49.036-07:00</updated><title type='text'>Saudade – “Significado e definição.”</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Como é possível colocar em uma única frase tal dimensão, que transborda fronteiras da razão contrariando espaços, e ao mesmo tempo em que se expande, aperta o peito cansado?&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5312068318552119213?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5312068318552119213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5312068318552119213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/10/saudade-significado-e-definicao.html' title='Saudade – “Significado e definição.”'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4083628849320906345</id><published>2011-09-30T17:36:00.001-07:00</published><updated>2011-10-05T22:05:59.948-07:00</updated><title type='text'>Sobre a Saudade</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;Tocar com os pés a areia e ouvir o mar compor melodias tristes no espumar das ondas. Até a brisa da praia vem sussurrar ao meu ouvido repetitivamente teu nome. E a linha reta do horizonte se rendeu e desenhou tuas curvas. Onde quer que mire, teu sorriso debochado está sempre me aguardando. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4083628849320906345?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4083628849320906345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4083628849320906345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/09/sobre-saudade.html' title='Sobre a Saudade'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><georss:featurename>Av. Mariluz - Imbé - RS, 95625-000, Brasil</georss:featurename><georss:point>-29.9280692 -50.104582300000004</georss:point><georss:box>-29.930262199999998 -50.11100080000001 -29.9258762 -50.0981638</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5636448027334703843</id><published>2011-09-28T15:32:00.001-07:00</published><updated>2011-09-28T15:32:52.064-07:00</updated><title type='text'>Sobre o Tempo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Curioso, a melhor maneira de usufruir e desfrutar do maior ativo, o tempo, é desperdiçá-lo e deixá-lo se esgotar, compartilhando da tua presença. Muito perde quem o preserva, ocupado das coisas importantes e tanto supérfluas, perdido nas águas solitárias das angústias e preocupações. Meu ativo, minha época, meu tempo, tem como água corrente o destino de ser eternizado ao lado teu. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5636448027334703843?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5636448027334703843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5636448027334703843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/09/sobre-o-tempo.html' title='Sobre o Tempo'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3286268580105295036</id><published>2011-09-26T17:20:00.001-07:00</published><updated>2011-09-26T17:21:20.897-07:00</updated><title type='text'>Sobre os intervalos.</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:14.0pt;line-height:115%; font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ascii-theme-font:minor-latin;mso-fareast-font-family: Calibri;mso-fareast-theme-font:minor-latin;mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;Nos intervalos da vida permito-me fingir que te esqueço.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3286268580105295036?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3286268580105295036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3286268580105295036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/09/sobre-os-intervalos_26.html' title='Sobre os intervalos.'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7912910180221561872</id><published>2011-09-25T22:27:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T17:06:22.672-07:00</updated><title type='text'>De coração</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;line-height:115%"&gt;De coração aberto te desejo que não sejas mais tola. Que não penses que o universo esta contra ti. Que não penses que todas as pessoas têm inveja da tua singular beleza, essa mesma que te deixa tão frágil e insegura. Desejo-te, com todos os restos da minha alma que ainda me faz hora que outra, humano, que sintas um pouco, ao menos um pouco, a tua condição de ser somente mais um ser. Claro que de forma saudável, pois tenho certeza, e não dúvidas, do quanto te sentes deslocada, abandonada e porque não dizer assim diferente. Também te desejo que caia sobre a tua moleira a justiça. Para que assim entendas o valor da família, do amor, da compreensão e do perdão. Desejo-te, na minha condição duvidosa, que reconheças o amor quando o mesmo realmente aparecer. Que entendas que tal sentimento nada mais é que o reflexo perfeito da natureza humana, repleta de defeitos e odores intragáveis. Aproveite o amor. Ande de mãos dadas ao pôr – do - sol. Aceites o simples “eu te amo” e verás como naturalmente teus lábios desenharão a escrita de uma sincera resposta. Entendas. Entendas muito. Quem muito entende corre o sério risco de um dia ser entendido. Aquele que nada quer entender terá no seu futuro o desencontro da compreensão. Ame. Não interessa o quanto doer. Ame. Desejo que ames os teus, teus momentos, tuas glórias, tuas derrotas, tua euforia, tua dor. Ame. Nunca deixe de amar. Quando o amor em nós seca, nega a condição de seres amorosos que somos. Sem amor somos zumbis. E por fim te desejo que aceites minha oração. Não terei mais chances de te dizer o que aqui está escrito. Quando a vida se impõe a nós, com a implacável ação do tempo, não nos resta artifícios para salvar-se da batalha. Minha hora, meu tempo, minha vida, contigo acabou. Portanto, te desejo que aceites minha oração e minha condição hoje de árvore seca. Pois se te desejo tudo acima, é porque o mesmo em mim não transcorre e sei que estou tão somente à espera do quando. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7912910180221561872?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7912910180221561872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7912910180221561872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/09/de-coracao.html' title='De coração'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-2955852701076118835</id><published>2011-09-11T22:08:00.000-07:00</published><updated>2011-09-12T08:06:45.947-07:00</updated><title type='text'>Reencontro</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt; line-height:115%"&gt;A ansiedade me consumia por saber da tua chegada. Tinha a confirmação da tua presença, pronunciada aos quatro cantos nas bocas das pessoas. Aguardei pálido, cético e porque não dizer, de certa forma, aparentemente indiferente. Mas não estava. Qualquer um que fixasse o olhar na inquieta expressão dos meus traços sabia que um frio cortante e agudo se encontrava na boca do meu estomago. Disfarcei. Fumei. Bebi. Nada aliviou minha tensão. A cada minuto, a cada segundo, te procurava para saber se já estávamos dividindo o mesmo ar. Nada. Nenhum único sinal. De repente, e já plagiando, “não mais que de repente”, refletiu-se a luz na maciez deslumbrante da tua pele. Congelei. Escondi-me. A freqüência da tua voz tornou-se única aos meus ouvidos naquele ambiente tão barulhento. Eis que no exato momento em que uma breve paz desafiava a gravidade, fazendo-me levitar ao te acompanhar com os olhos, me vistes. De pronto, vesti meu corpo tímido, inseguro e nu com toda a prepotência e arrogância que havia nas velhas gavetas do meu peito tão machucado. Com essa atitude tão conhecida de ambos, descruzei o olhar. Cego com a máscara petulante, não vi avançares o terreno e ocupares meu espaço. Com a umidade dos teus lábios trêmulos e a malicia da tua língua acariciando o cintilante dos teus dentes, desferistes a minha pessoa, com as toneladas da mais dura ferroada, o tiro misericordioso em forma de um receptivo e discreto “olá”. Como a característica principal da insegurança é a falsa indiferença, acenei com um simples gesto de “Gulliver” e me retirei do espaço. Tantas negações e aproximações desencontradas fazem da nossa história a comédia mais sem graça já vista. &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-2955852701076118835?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2955852701076118835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2955852701076118835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/09/reencontro.html' title='Reencontro'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7704472278194947116</id><published>2011-09-11T02:46:00.001-07:00</published><updated>2011-09-11T03:01:25.404-07:00</updated><title type='text'>Pela capacidade de compartilhar</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span  &gt;&lt;b&gt;Já tive mais energia para te amar. Já tive mais vontade de te amar. Mais dedicação, mais disposição. Eu já quis mais. Bem mais. Assim, para te dizer a verdade, eu já fui desesperado. Eu já ansiei, já esperei, já torci e “mandiguei”. Mas chorei, sabes. Chorei demais. Sofri demais. Entretanto, agora não sofro. Não me dói saber o que fazes. Não me dói saber com quem estás. Também não me dói saber que prometes o que nem mesmo é mais teu. (me refiro ao teu próprio corpo e coração, que não governas ou preserva) Na verdade, não sinto nenhum pesar ao pensar ou saber de ti. Mas tem uma coisa que me incomoda sempre: saber que somos dois completos imbecis que carregam o mesmo sentimento e que não têm a menor capacidade de compartilhá-lo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7704472278194947116?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7704472278194947116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7704472278194947116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/09/pela-capacidade-de-compartilhar.html' title='Pela capacidade de compartilhar'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-2631316281924216407</id><published>2011-09-02T09:36:00.000-07:00</published><updated>2011-09-02T09:42:50.168-07:00</updated><title type='text'>Cicatriz</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Aos ruídos maliciosos passaram-se os anos&lt;br /&gt;Deixando assim somente ruínas e flores mortas&lt;br /&gt;No compasso das minhas direções tortas,&lt;br /&gt;Esculpi os traços finos dos meus critérios.&lt;br /&gt;Fiz de mim a figura de um anjo torto&lt;br /&gt;O senhor do vazio, a ser mais um sorriso sem razão&lt;br /&gt;Único, disfarçado na penumbra,&lt;br /&gt;Longe da clara e falsa ilusão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-2631316281924216407?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2631316281924216407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2631316281924216407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/09/cicatriz.html' title='Cicatriz'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7710188427283380211</id><published>2011-07-26T10:22:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T10:30:28.489-07:00</updated><title type='text'>Débora e Kelin</title><content type='html'>O pouco que pude tocar com as duas juntas, deu para salvar uma composição delas na minha memória e em uma gravação pra lá de muquirana. Fica a letra abaixo registrada. &lt;br /&gt;PS: Vcs são demais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu não sei dizer. &lt;br /&gt;Não sei se é eu ou se é você. &lt;br /&gt;Não sei se é sol ou chuva,&lt;br /&gt;Se é de maçã, pitanga ou uva.&lt;br /&gt;Não sei se sim, se não,&lt;br /&gt;Se é amor,&lt;br /&gt;Se é paixão.&lt;br /&gt;Não sei se é morte ou vida&lt;br /&gt;Só sei de nós: ferida.&lt;br /&gt;E se eu quis, &lt;br /&gt;Queria. &lt;br /&gt;Não, não quero saber&lt;br /&gt;Desse jeitinho de deixar acontecer&lt;br /&gt;Você ficou e ficou aqui,&lt;br /&gt;Agora não quero e não vou dividir.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7710188427283380211?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7710188427283380211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7710188427283380211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/07/debora-e-kelin.html' title='Débora e Kelin'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5662572654882313500</id><published>2011-07-15T15:46:00.000-07:00</published><updated>2011-07-19T10:14:44.278-07:00</updated><title type='text'>Sofisma</title><content type='html'>Vou blasfemar teu nome,&lt;br /&gt;Envolver-te em escrachos e difamações,&lt;br /&gt;Repudiar teu rosto, gosto, pele, &lt;br /&gt;Toda essa epiderme que tanto desejei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou te envolver nos meus escândalos,&lt;br /&gt;Para seres a última página de um livro não lido.&lt;br /&gt;E ainda que não saibas, meu sincero ódio há de ir contigo,&lt;br /&gt;A cada rua nova que adentrares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre todos os caminhos que ainda possas&lt;br /&gt;Envolver rasteiramente meu nome,&lt;br /&gt;Saibas que a praga a tua memória me concederá justiça&lt;br /&gt;(Ainda que essa seja equilibrada somente para mim.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que tal sofisma assim sentencie,&lt;br /&gt;Aquilo que foi amor extremo,&lt;br /&gt;Que de pureza, onde jaz meu peito,&lt;br /&gt;Não existe mais&lt;br /&gt;há somente a desilusão sobre esse mesmo leito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5662572654882313500?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5662572654882313500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5662572654882313500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/07/sofisma.html' title='Sofisma'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-6630538919656964712</id><published>2011-07-09T12:17:00.000-07:00</published><updated>2011-07-09T12:21:12.385-07:00</updated><title type='text'>Qualquer dia desses</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-u57cxGTYiDE/ThipaBdeSeI/AAAAAAAAAIg/qte5maU77Ls/s1600/paisagens-lindas-08.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-u57cxGTYiDE/ThipaBdeSeI/AAAAAAAAAIg/qte5maU77Ls/s320/paisagens-lindas-08.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5627433998933182946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer dia desses nos encontraremos de novo. Seja a mágica ou o sobrenatural, seja vida, a morte, o que é certo ou o que não é normal. Qualquer dia desses. Qualquer dia desses.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-6630538919656964712?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/6630538919656964712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/6630538919656964712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/07/qualquer-dia-desses.html' title='Qualquer dia desses'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-u57cxGTYiDE/ThipaBdeSeI/AAAAAAAAAIg/qte5maU77Ls/s72-c/paisagens-lindas-08.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-2169710053791395293</id><published>2011-06-14T04:27:00.000-07:00</published><updated>2011-06-14T12:19:02.715-07:00</updated><title type='text'>Acho que é isso que eles chamam de felicidade</title><content type='html'>Provérbios 14,13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O sorriso pode esconder a tristeza; quando a felicidade vai embora, a tristeza já chegou.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando pequeno, havia um único lugar seguro para mim. Era um lugarzinho atrás da minha cama, que mesmo com o tamanho de criança, tinha que me encolher para entrar. Lá guardava meus tesouros infantis, tais como algumas revistinhas, alguns brinquedos e o primeiro violão que fora da minha irmã mais velha. Esse último ainda não pensava em aprender, era somente um barulho desatordoado e infernal (há quem diga que isso não mudou até hoje). Sempre ansiava à hora de ir para o cantinho. Saía para escola cedo de manhã já contando as horas de chegar naquele pequenino lugar onde a felicidade morava. Eram tão poucas as horas que podia ficar ali, até mesmo as crianças têm compromissos, que o único momento de total felicidade que tenho lembrança daquela época era naquele lugar. Sozinho naquele cantinho atrás da minha cama que se eu não encurtasse as pernas nem entrava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passou. Creio que de 4 para 6 anos eu já não entrava mais no lugarzinho onde morava o bem estar, a dita então felicidade, que tanto ouvia falar mas ainda não conhecia com certa intimidade. Então, não mais que de repente, a felicidade passou a não existir mais para o guri de 6 anos. Não havia mais um lugar onde ele se sentisse bem, onde ele esperasse cada minuto passar para estar. A felicidade simplesmente fora embora à medida que os ossos e todo o tecido epitelial cresceram. Nascia então uma nova situação, ainda que não definida, “a busca da felicidade”.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A felicidade é buscada porque é mais rara que um diamante de todos os quilates possíveis. Basta olhar em volta, ela se faz um tesouro maior por haver uma grande oferta de ofensas, tristezas, depressão, atitudes destruidoras e demais coisas que o ser humano é capaz de produzir em abundancia. A pulverização da inveja, da cobiça e outras coisas desse gênero, praticamente deixa seco o campo verde e agradável onde talvez morasse a felicidade. Esse “veneno” é passado como uma herança natural, só que de pessoa para pessoa, assim, tendo um alcance cada vez maior nos corações que tanto perseguem a dita “felicidade”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, claro que não estou contando nenhuma novidade. As pessoas no geral são um saco, egoístas, mesquinhas e diversas vezes espalham com palavras a própria ignorância invés do silencio sábio. O que posso querer dizer com essas quatrocentas e catorze palavras até agora? O óbvio. Onde está a felicidade depois que não cabemos mais no nosso cantinho secreto? Vou dar a resposta, nas linhas do próximo parágrafo, de onde está a felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei! Certamente não poderia ser tão presunçoso para achar que tenho tal resposta. Mas sei de uma coisa: sei onde ela não está. O tesouro não está na obsessão. Não está na inveja. Tampouco está na cobiça. Ele também não está na competitividade louca do teu trabalho. Com certeza ela não está nas tuas imputações de conduta sobres os teus. Não está também nas palavras que forças para que sejas mais interessante que alguém ou alguma coisa. Também não está no que a maioria das pessoas chama de amor. Não está no abraço forçado, entre as pernas da mulher desesperada ou no drink do homem solitário na zona. Não está em nenhum desses lugares. Não está no confortável bem-estar que a depressão produz. E posso dizer, provavelmente não está na maioria dos lugares que algum leitor possa nesse momento achar que está ao ler essas quase seiscentas palavras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde está essa porra de felicidade então? Continuo mantendo a resposta: não sei. Mas sei de alguns lugares onde não sinto mais a falta dela. São lugares muito próximos aquele cantinho mencionado no começo do texto. Nas cordas da 1956 e da 1975. No sorriso da Carol, minha sobrinha. “Nos bilhões” de palavras que meus sobrinhos, Matt e Luke, gritam no skype que não consigo entender. Na solidão da estrada. No encontro anual da minha família (claro que não mais que 1 hora todos juntos!). Na companhia de fiéis e bons amigos. Nas músicas que canto no chuveiro! Nos braços da morena que sei lá se amo (o que mais me deixa intrigado é que ela sabe disso). Nas lembranças doces que deixam um amargo na minha boca e um aperto no meu peito. Nas vitórias da sobrevivência. No perdão justo e quando sou perdoado justamente. No consolo que me pede quem assim me valoriza. Esse por sua vez geralmente é somente um silencio e um abraço, até porque não tenho muitas coisas importantes a dizer para serem considerados consolos. Enfim, em alguns momentos como esses, a felicidade não me faz falta alguma. Acho que chamar de “felicidade” talvez seja aquelas lacunas que a tristeza deixa quando momentaneamente vai embora. Quando alguns pássaros negros não colocam mais seus ovos de pedras em nossos corações. Se a felicidade for o resultado da falta de tristeza, e repito, não sei se é, acho humildemente que tais lacunas devem ser desfrutadas com o sentimento que se faz merecer: a alegria. Digo assim porque viver nesse mundo repleto de tristezas torna tais momentos de ausências de dores quase impossíveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provérbios 15,17&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É melhor comer verduras na companhia de quem a gente ama do que comer a melhor carne onde existe ódio.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Antes que alguém diga que virei crente, e vai tomar no cu por isso, procure saber o que são os “Provérbios” da Bíblia. Talvez tais palavras sábias façam a vida de quem pensou isso menos medíocre. ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-2169710053791395293?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2169710053791395293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2169710053791395293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/06/acho-que-e-isso-que-eles-chamam-de.html' title='Acho que é isso que eles chamam de felicidade'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-543340596951808936</id><published>2011-06-06T14:58:00.000-07:00</published><updated>2011-06-06T14:59:17.010-07:00</updated><title type='text'>Sopros e sopros</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mKF9X1fvcnY/Te1NkGooM6I/AAAAAAAAAIY/8fa4Of_xCzw/s1600/diabo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 248px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-mKF9X1fvcnY/Te1NkGooM6I/AAAAAAAAAIY/8fa4Of_xCzw/s320/diabo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615229593052525474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vozes contraditórias na órbita da minha cabeça&lt;br /&gt;O destino que nunca chega&lt;br /&gt;O rumo é tão incerto&lt;br /&gt;A casa que jamais quero voltar&lt;br /&gt;Todas as coisas que soprei e perdi pelo ar,&lt;br /&gt;Que não importam mais.&lt;br /&gt;Cada vez que encontro a estrada, o demônio fala próximo ao meu ouvido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-543340596951808936?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/543340596951808936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/543340596951808936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/06/sopros-e-sopros.html' title='Sopros e sopros'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-mKF9X1fvcnY/Te1NkGooM6I/AAAAAAAAAIY/8fa4Of_xCzw/s72-c/diabo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7270984107387314215</id><published>2011-05-05T20:55:00.000-07:00</published><updated>2011-05-05T20:56:20.745-07:00</updated><title type='text'>"Toma no cu"</title><content type='html'>Tenho tido medo da minha própria intolerância. Minha paciência, ou a falta da mesma, tem me transformado numa pessoal cruel, seca e indesejável pelas demais. Seja pela linguagem que tenho utilizado, geralmente direta e com palavras fortes, além dos palavrões ilustrativos, ou pelos próprios movimentos faciais de desprezo. Tenho semeado um indigesto sentimento das demais pessoas com a minha presença. Claro que muitas vezes isso já é um tiro para que saiam de perto de mim, para um determinado grupo é claro. Entretanto, outras vezes é sem querer, além de provocar reações que eu mesmo nem queria.  Motivos para isso? Esses eu tenho, com certeza. Agora, se são legítimos ou não, bem isso é outra historia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que se mais alguém acompanha esse blog, deve saber ao menos um pouco da minha história. Deve saber um pouco como são as regras da cidade onde moro. Bem, certa feita eu tive uma casa noturna. Essa mesma teve um sucesso local significativo, posso assim dizer. Até então tudo certo, se não fosse o fato de eu ter 21 anos na época da inauguração. Encurtando o enredo, fiquei bem deslumbrado com a pequena e frágil “babilônia”. Era tudo fácil e divertido. Bem, quando isso acabou, quando a festa encerrou e os ratos e baratas tomaram conta do ambiente, quando o ciclo acabou... Bem... Foi possível ver que não tinha tantos amigos assim. Foi possível ver o quanto tudo isso é falso, juntamente com muitos de seus personagens, e o quanto isso pode fazer de estrago numa criança. Sim, eu tenho consciência de ter sido bem ingênuo em alguns aspectos nesse período. Hoje, sem traumas sobre isso, um psiquiatra resolve bem o problema. Mas fica a barreira quando encontro muitas dessas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, fiz bons amigos nessa época. Bons mesmo. Encontramos-nos com alguma freqüência e isso é algo muito prazeroso na minha vida. Só para registrar, já que esse fato não tem nada a ver com a minha intolerância atual. Além disso, só a fim de registro mesmo, um fato bem legal disso tudo foi reencontrar muitos dos amigos “esquecidos”, engolidos pelos perfumes da noite. Esses mesmos deixam a vida bem mais divertida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, voltando ao assunto do texto, ando muito de saco cheio. Muito! A regra hoje das opiniões, no geral, é “falo o que quero para você e obrigatoriamente terás que concordar comigo”. Que coisa estranha isso né? Há pouco tempo fiz um perfil de Facebook, com o intuito de encontrar algumas pessoas legais que não tinha mais contato. Não querendo bancar o pseudo- intelectual, nem tenho pretensão de ser um real, mas os níveis de coisas estúpidas que tenho lido têm deixado minhas bolas trincadas. É demais. É horrível. É triste. E o pior: é sério. Tais opiniões têm um caráter de seriedade nos autores. Eles realmente têm essas idéias. Não é humor. Ou melhor, até é né...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, apenas justificando mais o titulo, agora que minha vida começa a tomar um rumo prazeroso de novo, que as coisas estão mais calmas, que as noites de sono são bem dormidas, ainda existem alguns seres bestas que dão o velho ar da graça. Aqueles mesmos que quando mais precisei, que se diziam meus amigos, que batiam nas minhas costas, querem ter um contato um pouco mais chegado. Tomar no cu! Tudo bem, podemos dizer que as pessoas são assim mesmo e bla bla bla, e eu sei disso. Talvez seja um dos últimos humanistas reais. Mas não creio que isso seja uma atitude tão humana. Tenho uma crença, estúpida, que uma atitude humana é escrever um desabafo como esse, tomado pela emoção. Mau? Sem coração? Eu sou esse mesmo ou quem agora quer um breve contato é que é? Estranho né... Bem, finalizando: Não tenho olhado para o passado, só quero saber do que vou encontrar quando virar a próxima esquina. E antes que isso fique muito poético, até porque não é a fase atual, “vão tudo se foder”. ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os: desculpe eventuais erros. Não pensei na construção e nem corrigi esse texto. Perderia a naturalidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7270984107387314215?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7270984107387314215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7270984107387314215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/05/toma-no-cu.html' title='&quot;Toma no cu&quot;'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5122172371983161360</id><published>2011-05-02T15:50:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T15:52:28.305-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Tenho lido bastante esse "sujeito" aí. Fica a dica para quem não conhece. Guilherme de Almeida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ciúme - Guilherme de Almeida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha melhor lembrança é aquele instante no qual &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez, me entrou pela retina &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tua silhueta, provocante e fina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Como um punhal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, passaste a ser unicamente aquela &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a gente se habitua a achar apenas bela &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que é quase banal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; E agora que te tenho em minhas mãos e sei &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os teus nervos se enfeixam todos em meus dedos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os teus sentidos são cinco brinquedos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com que brinquei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que não mais me és inédita;  agora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Que eu compreendo que, tal como te vira outrora &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca mais te verei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Agora que de ti, por muito que me dês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não podes dar a impressão que me deste&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  primeira impressão, que me fizeste &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Louco talvez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho ciúme de quem não te conhece ainda &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E cedo ou tarde  te verá, pálida e linda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5122172371983161360?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5122172371983161360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5122172371983161360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/05/tenho-lido-bastante-esse-sujeito-ai.html' title=''/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-9106060459316770779</id><published>2011-04-06T12:16:00.001-07:00</published><updated>2011-04-06T12:18:17.452-07:00</updated><title type='text'>"Veja bem..."</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Oa-Dg1h_K8M/TZy8Qn6el4I/AAAAAAAAAIM/7ivebGp91UM/s1600/diogo%2Be%2Bmanu12.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Oa-Dg1h_K8M/TZy8Qn6el4I/AAAAAAAAAIM/7ivebGp91UM/s320/diogo%2Be%2Bmanu12.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592551831065499522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o exato momento do "veja bem..."!&lt;br /&gt;Fonte: Caco Bender, casamento do Diogo 2/4/11.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-9106060459316770779?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/9106060459316770779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/9106060459316770779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/04/veja-bem.html' title='&quot;Veja bem...&quot;'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Oa-Dg1h_K8M/TZy8Qn6el4I/AAAAAAAAAIM/7ivebGp91UM/s72-c/diogo%2Be%2Bmanu12.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-6915616297983515774</id><published>2011-04-04T14:20:00.000-07:00</published><updated>2011-04-04T14:21:26.585-07:00</updated><title type='text'>Os verdadeiros anjos</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AhvdZTEKMgs/TZo2PeyFhKI/AAAAAAAAAIE/cU69tWy_eKU/s1600/anjos_fumando.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 163px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-AhvdZTEKMgs/TZo2PeyFhKI/AAAAAAAAAIE/cU69tWy_eKU/s320/anjos_fumando.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591841526922970274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou me estender muito hoje. Vou apenas comentar minha crença nos verdadeiros anjos. Sábado passado meu irmão Diogo casou. Ele não é meu irmão biológico, é um desafio as regras da ciência e da natureza. É um irmão de alma, provando que essa mesma existe. Conhecemos-nos desde os quatro anos. Fizemos toda a escola juntos. Juntamente com ele, fiz grandes amizades nesse período. Verdadeiras amizades, para frisar bem. Pois bem, pela primeira vez na minha vida fiquei comovido com aquelas fotos que passam nos telões nesse tipo de evento. Fotos nossas de quando éramos pequenos. Todos aqueles barbados de quase trinta revendo as fotografias dos tempos de escola, lama, brinquedos, choros e todos os tipos de travessuras. Foi de fato muito comovente ver todos aqueles “piás” hoje se parecendo muito mais com nossos pais que com as crianças, adolescentes, que ainda guardo na minha memória. Pela primeira vez consegui visualizar que de fato crescemos. E não que isso seja ruim, pelo contrario, isso nos coloca muito mais próximos dos humanos que são nossos progenitores, mas doeu um pouco. Doeu ver, pela experiência e não simples teoria, que estamos viajando velozmente no tempo. Mas assim, algo foi muito confortante: eles ainda estão, e creio que sempre estarão ali. Como fieis anjos. Como as pessoas que sempre estarão do nosso lado, haja o que houver, aconteça o que acontecer. Hoje percebo, observando nossos pais, que algumas angustias que achamos que um dia sumirão sempre estarão ali, vez que outra, assombrando nossos pensamentos. E é assim que a vida é. Mas é bom demais saber que eles, os anjos que me refiro, sempre estarão prontos para que qualquer coisa. Sei que estou sendo repetitivo, mas não é necessário um bom texto, bem escrito, para dizer o quanto essas pessoas são importantes pra mim. E mais, são anjos mesmo, que bebem, fumam, trepam. A hipocrisia não existe no “meu” reino de deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: trilha sonora da vez: http://www.youtube.com/watch?v=aeWIMYVKbLE&amp;feature=fvwrel&lt;br /&gt;Essa música só tem sentindo por causa de pessoas como vocês.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-6915616297983515774?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/6915616297983515774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/6915616297983515774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/04/os-verdadeiros-anjos.html' title='Os verdadeiros anjos'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-AhvdZTEKMgs/TZo2PeyFhKI/AAAAAAAAAIE/cU69tWy_eKU/s72-c/anjos_fumando.gif' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3089761340401705768</id><published>2011-03-23T15:16:00.000-07:00</published><updated>2011-03-23T15:17:45.876-07:00</updated><title type='text'>Recalque</title><content type='html'>Hoje, como tantas outras vezes, vou exercitar meu recalque nessa página. Até porque creio que se a maioria dos escritores, pensadores, filósofos e bêbados não tivessem muitos recalques, seus textos não teriam a menor identificação ou fundamento. O recalque faz parte da condição humana e é de muita importância ser exteriorizado por quem dele tem alguma breve consciência de diagnosticá-lo como um sentimento que de fato é. Caso o sujeito não tenha essa breve consciência, ele também não vai deixar de exteriorizar esse magnífico sentimento. Ele o fará e sempre o fará de forma estúpida e com grandes estragos, as chamadas atitudes ridículas. O que é uma coisa meio besta dizer, porque na atitude e no significado da palavra, nada pode resultar da ação de um recalque que não seja a palavra ridícula para a melhor ilustração. É mais prudente diagnosticar para que o recalque seja menos vergonhoso, não provocando o que gosto de chamar de “vergonhera”. Gosto sempre de colocar, e essa situação existe em um livro meu que quiza um dia será publicado, que se o demônio pudesse repetir a historia de Jó nos dias de hoje, ele somente precisaria amplificar e encorajar os recalques do religioso. Com a quantidade de ferramentas que temos hoje, a exemplo dos sites de relacionamentos, isso já geraria estragos dantescos. Mas enfim, o recalque nesse exato momento é só meu e não vou ficar fazendo filosofias chapadas sobre o assunto na amplitude do ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após conversar com um grande amigo meu ontem, chegamos à conclusão que em aproximadamente, e muito infelizmente, vinte anos talvez nossos pais apenas ilustrem belas memórias na nossa mente. Todos os feitos deles serão uma saudosa lembrança praticamente singular na cabeça. Para não irmos muito longe, serão lembranças para meu filho como são as lembranças dos meus avôs para mim. Vagas. O que quer dizer que todas as preocupações deles, empenho, ensinamentos, sacrifícios, não terão muito significância para a vida na Terra. Prova disso é falarmos do Japão, aquelas aproximadamente vinte mil pessoas que morreram não são mais lembradas pela maioria das pessoas do globo, que certamente já se ocupam de outras coisas. O que é correto. A vida, com a nossa anuência ou não, sempre e de alguma forma, vai continuar. E não vai se importar muito com a gente. Hoje posso falar de grandes escritores e músicos que muita gente nem lembre. Essas por sua vez vão me falar do Luan Santana e eu (sem respeito nenhum dizendo) vou estar cagando e andando para isso. Até o querido astro pop do Brasil de hoje será, e talvez muito em breve, uma lembrança. E depois de um tempo, para muitos e muitos, nem isso. “Luan quem?” Será assim mesmo. Porque somos assim. Porque a vida é assim. Porque tudo no nosso sistema solar e demais galáxias é assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, onde está o meu particular recalque nessa lenga lenga toda? Simples: como eu, instrumento de adoração própria, um dia nem memória de alguém serei? Como eu, aquela pessoa que considero mais especial que todas, posso ser deixado por alguém?Como eu, e somente eu, não faço uma diferença de fato nessa merda toda de vida?  Isso é muito recalque para um ser só! Eu, no plano real, não faço diferença nenhuma. E sei disso, mas não sinto isso. Se assim sentisse, acho que a depressão seria tão pesada que a morte não seria um culto e sim necessidade urgente. Eu ainda sou para mim o centro das atenções. E coloco isso hoje nessa página! Exponho meu recalque com gosto de exercer minha condição humana. E adivinhe: essa atitude e texto são ridículos. Bem ridículos de passagem... Mas poderia ser pior, eu poderia ter um perfil de Facebook, Orkut, Twitter... Ou até posse em algum governo. Ou uma simples arma na mão. “Tá barato” para o tamanho do meu recalque esse blog.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3089761340401705768?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3089761340401705768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3089761340401705768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/03/recalque.html' title='Recalque'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-8575993872597870072</id><published>2011-02-25T13:43:00.000-08:00</published><updated>2011-02-25T13:44:28.023-08:00</updated><title type='text'>Epitáfio</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DbxDth42fiQ/TWgirv6PbSI/AAAAAAAAAH8/Fb61Z62qpBQ/s1600/ache_tumulo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-DbxDth42fiQ/TWgirv6PbSI/AAAAAAAAAH8/Fb61Z62qpBQ/s320/ache_tumulo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577746273488825634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Peço por favor, quando eu morrer, que seja esse o epitáfio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aqui jaz, muito contrariado, André Scheid.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver é tragicamente maravilhoso. Além de ser a única opção garantida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-8575993872597870072?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8575993872597870072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8575993872597870072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/02/epitafio.html' title='Epitáfio'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-DbxDth42fiQ/TWgirv6PbSI/AAAAAAAAAH8/Fb61Z62qpBQ/s72-c/ache_tumulo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3024715200802170903</id><published>2011-02-15T06:34:00.000-08:00</published><updated>2011-02-15T07:35:36.569-08:00</updated><title type='text'>Olhos de rubi</title><content type='html'>Preciso reconsiderar o medo ao pensar em ti&lt;br /&gt;Por todas as ondas brancas que existem no teu véu&lt;br /&gt;Que envolvem toda a doçura do teu mel&lt;br /&gt;Sendo comigo, arte de um pensamento cruel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que brilho envolvente tem teus olhos de rubi&lt;br /&gt;Pedras que armam a coragem para a &lt;em&gt;peleja&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Despertar do ódio do lobo, na lua cheia,&lt;br /&gt;Da aranha na caça da presa em sua teia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for para findar meu tempo nesse campo santo&lt;br /&gt;Que seja assim, como o faz os muçulmanos&lt;br /&gt;Pois sem as armas não teria nada a dizer Alá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso ser como uma milícia &lt;em&gt;hezbollah&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Que de falta de coragem não me enfraqueço&lt;br /&gt;Mas como pensar em lutas, se olhando fundo teus olhos, de mim esqueço?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3024715200802170903?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3024715200802170903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3024715200802170903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/02/olhos-de-rubi.html' title='Olhos de rubi'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-1018634436333983483</id><published>2011-02-04T10:40:00.000-08:00</published><updated>2011-02-04T10:46:20.577-08:00</updated><title type='text'>O Furto</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TUxJZI0lpWI/AAAAAAAAAH0/tj3ltELw7z0/s1600/monge.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TUxJZI0lpWI/AAAAAAAAAH0/tj3ltELw7z0/s320/monge.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5569907535364072802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não quero nessa hora tão afortunada te falar dos mortos&lt;br /&gt;Que repousam no cômodo ao lado da cama em que hoje dormes,&lt;br /&gt;Quero sim te falar do que roubastes, &lt;br /&gt;Com garras ternas e espelhos encantadores&lt;br /&gt;Esses, que por sua vez, refletem o que hoje não sei mais o que é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, dominado por claras trevas, encontrava-se o mudo, &lt;br /&gt;no aconchego de um prisma neutro,&lt;br /&gt;no vazio transbordado,&lt;br /&gt;na solidão de quem se bastava por si só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um copo, uma nota, uma ponta ou uma voz desafinada,&lt;br /&gt;Daquele que não se importava mais com nada&lt;br /&gt;Furtado de sua sanidade, &lt;br /&gt;Incorporado por aquele que não o deixa mais ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora tanto faz,&lt;br /&gt;Não tendo mais o que tinha, &lt;br /&gt;Seu doce abandono, sua suave melancolia,&lt;br /&gt;Suas memórias de frieiras abertas e ardidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje te falo da responsabilidade que tens&lt;br /&gt;Que nos amores loucos o mundo já se perdeu bastante&lt;br /&gt;Pense que roubando a solidão de quem hoje amas,&lt;br /&gt;Deverás preencher o mesmo com tua graça!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que o papel se desfaça, &lt;br /&gt;Escrevestes no fundo da minha alma,&lt;br /&gt;Sem ti nada sou e tampouco serei&lt;br /&gt;De ti nada sei e de mim somente uma certeza:&lt;br /&gt;Que um dia morrerei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que assim seja, afogado por seus gracejos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-1018634436333983483?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1018634436333983483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1018634436333983483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/02/o-furto.html' title='O Furto'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TUxJZI0lpWI/AAAAAAAAAH0/tj3ltELw7z0/s72-c/monge.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-2294428168826212370</id><published>2011-01-28T12:45:00.001-08:00</published><updated>2011-01-28T13:30:22.110-08:00</updated><title type='text'>O tempo cura (quase) tudo</title><content type='html'>Meia década depois casualmente eles se encontram. Foram cinco anos, sessenta meses, mil oitocentos e vinte e cinco dias, quinhentas e vinte e cinco mil e seiscentas horas e milhares de minutos (para não precisar fazer a conta). Foram poucas notícias, nenhuma palavra trocada e nenhum contato cordial. Primeiramente a surpresa. Ambos sozinhos e perdidos na noite. Ambos com casamentos desfeitos e muitas outras bagagens. O ar fica denso. Os sorrisos são nervosos. A tensão fica no ar. Os amigos em comum gaguejam. No ápice do que parecia constrangimento, é quebrado o gelo: “olá, que saudade que estava de ti!” Ele não sabe o que faz. Ela toma a frente. Abraçam-se. O respeito impera entre o dois. O contato é breve. Cada um retorna ao seu campo. Segue a noite, como deveria ser. Aumenta a música e o teor alcoólico, com a desculpa de tomar coragem. Quando a banda termina ambos se encontram na área descriminada aos fumantes. Ele não resiste de sentar junto dela. Ela baixa a guarda e aceita. Seguindo uma conversa tensa e estranha eles começam a trocar algumas palavras. Perguntam mutuamente como está à vida, os planos e o que têm feito. Ela reside num estado diferente do dele. O encontro acontece devido às férias de ambos. Algumas palavras depois, uma suave e agradável lavação de roupa suja começa. As risadas tomam conta do ambiente. O ar não está mais denso. O que era cinza ficou colorido. Os amigos aprovam o dialogo de longe. E a noite segue, de forma agradável e gratificante. Ela explica antigas duvidas. Ele expõe velhas mágoas. E ambos acham tudo graça. A bebida não pára de vir para a mesa. Ela atira, ele recolhe. Ainda tem medo. Ela entende. Mais tarde ele avança a linha, ela sorri e recua. E o clima segue mais agradável do que nunca. As mágoas parecem não ter mais importância. O contato está tão agradável que o mundo simplesmente pára de girar. Só existe aquela mesa, aqueles dois e aquele bar que era tão comum para ambos. Infelizmente é chegada a hora de ir embora. O respeito toma conta dos dois. Aparece a dúvida no ar. "Vamos juntos?" "Para onde?" "Só por hoje?" Ambos não querem se despedir. Mas nenhum deles ousa. Abraçam-se num longo e macio abraço. Ele beija o rosto dela com ternura. Ela joga o último charme. Despedem-se. Os carros estão na mesma rua, para o mesmo lado. Aumenta a tensão. Abraçam-se de novo, num abraço cada vez mais longo. Ele foge, ela foge. Cada qual entra em seu carro. Um último sorriso. Ela levou junto consigo a ternura incondicional dele. Ele levou aquele perfume que o assombrou por tantos anos. Ambos concordaram que o tempo cura quase tudo. Só não curou o que ambos sentem e não conseguem mais compartilhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Escrevi isso com essa trilha sonora: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.youtube.com/watch?v=SmVAWKfJ4Go&amp;feature=related&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Johnny Cash foi "o cara".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-2294428168826212370?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2294428168826212370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2294428168826212370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/01/o-tempo-cura-quase-tudo.html' title='O tempo cura (quase) tudo'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4381550426612863034</id><published>2011-01-20T11:50:00.000-08:00</published><updated>2011-01-24T05:59:29.927-08:00</updated><title type='text'>Na sala de espera</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TTiSIlu1W_I/AAAAAAAAAHo/c_hfpXHitl0/s1600/Scarlet-OHara.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 285px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TTiSIlu1W_I/AAAAAAAAAHo/c_hfpXHitl0/s320/Scarlet-OHara.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564358015881403378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com uma calma de cordilheira ela espera&lt;br /&gt;Passa os olhos sobre palavras que nem lê&lt;br /&gt;Viaja pelo tempo, senti a temperatura&lt;br /&gt;Que se passa nas tuas idéias, mulher da sala de espera?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que pensamentos fervilham em tua cabeça?&lt;br /&gt;Por quais lugares teus pés beijaram o solo?&lt;br /&gt;Qualquer manifestação, assim quase imploro,&lt;br /&gt;Da mulher da sala de espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos papéis já gastastes para registrar tuas memórias?&lt;br /&gt;Ou será que queres o dom de esquecer.&lt;br /&gt;Talvez, referindo-me ao incerto, nem sabes qual a intenção&lt;br /&gt;Que tem a mulher da sala de espera, &lt;br /&gt;com olhos cheios de razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No partir, dirigiste um olhar inquisitório a mim&lt;br /&gt;Deixando-me assim com mais dúvidas. &lt;br /&gt;Aonde vais mulher da sala de espera?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nas ruas, nos guetos, na noite,&lt;br /&gt;depois dela, &lt;br /&gt;Em qualquer esquina que viro o inesperado me espera pacientemente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4381550426612863034?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4381550426612863034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4381550426612863034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/01/na-sala-de-espera.html' title='Na sala de espera'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TTiSIlu1W_I/AAAAAAAAAHo/c_hfpXHitl0/s72-c/Scarlet-OHara.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3400285259078770891</id><published>2011-01-17T10:30:00.001-08:00</published><updated>2011-01-17T10:30:31.367-08:00</updated><title type='text'>Perdão: alívio ou sentença?</title><content type='html'>Vou exercitar um pouco meu poder de síntese ao falar sobre o ato de perdoar. Aquele ato quase “divino”, louvável, admirável e cristão. Mas enfim, o que é perdoar? Será uma forma de aliviar a alma? De dar uma segunda chance a alguém? Ou ainda será uma forma inquisitória de impor a outra pessoa que sua alma é mais nobre que a dela? Talvez seja um pouco de cada coisa. Ou ainda nenhuma delas. Talvez o perdão nem exista. Mas falemos um pouco de perdão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ilustrar o perdão na minha humilde perspectiva, vou começar com um perdão canônico. Aquele perdão de igreja, do padre, aquele de confessionário (para quem não sabe não estou me referindo ao espaço do BBB). Esse perdão nada mais é do que uma forma de impor a própria grandeza de quem o pratica. “Eu te perdoou”, nesse caso, poderia ser dito da seguinte forma: “Eu sou melhor que você e não tem nada que possa fazer que irá me atingir. Meus valores são grandezas diferentes das tuas e muito superiores. Por isso ainda te dirijo a palavra.” Pareceu forte demais? Mas é isso mesmo. Nesse caso exemplos históricos não faltam. E tampouco faltam ao cotidiano. “Pedir” perdão a alguém que trata o ato dessa forma nada mais é do que se rebaixar a algo muito abaixo da humildade necessária a cada pessoa. É o tipo de perdão mais desprezível que existe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para não sairmos da linha, sigo falando de outro tipo de perdão. Aquele da segunda chance. Acho esse fantástico. Ocorre da seguinte forma o fenômeno: “Juro nunca mais fazer isso!” “Vou mudar, vou ser diferente!” “Dessa vez, Sr. Paulo Odone, o Ronaldinho é do Grêmio!”. Desculpe o linguajar, mas esse é de foder o cu do palhaço. Tenho vontade de sair na porrada com quem pede esse tipo de desculpas. E devo dizer também, nunca esperem esse tipo de frase de mim. Esse é um tipo de “perdão” desrespeitoso a inteligência de qualquer um. Pessoas que fazem pilares nas próprias palavras não são pessoas confiáveis ou dignas de deposito de confiança. Creio eu, na humilde opinião de novo, que a única maneira de “pedir perdão” nesses casos é algum tipo de ação que mostre que hoje existe uma atitude diferente. Todos podem mudar, mas não são as palavras que afiançam isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para finalizar, se assim alguém interpretar, vou ser direto. Sim, sou cheio de “ódio” a algumas pessoas. Não existe perdão da minha parte. Perdoar algumas pessoas é ser mais cretino com elas do que as mesmas foram ao “errar”. Não existe ilusão de melhora. O respeito que alguém demonstra, ou a própria dita gratidão ou consideração (para não dizer ingratidão e “te fode mané”), é exatamente o valor que tu tens para a pessoa que assim te machuca. Não há desculpas para isso. Há a distancia, a indiferença e até o próprio desprezo (se ainda existir um rancor direto). São os sentimentos mais sinceros a serem aplicados. O resto é bla bla bla. Me orgulho da condição humana que exerço. Existem casos que realmente não merecem o menor crédito. E pior, não espero jamais (e torço para isso) que concedam a minha pessoa um “privilégio” tão venenoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim posso dizer: “I did it my way”, só que com sinceridade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3400285259078770891?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3400285259078770891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3400285259078770891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/01/perdao-alivio-ou-sentenca.html' title='Perdão: alívio ou sentença?'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7243405441411396730</id><published>2011-01-12T10:05:00.000-08:00</published><updated>2011-01-12T10:07:36.625-08:00</updated><title type='text'>Imagens de uma traição</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TS3t2UEhQzI/AAAAAAAAAHg/G0dTN7AR7X0/s1600/7.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TS3t2UEhQzI/AAAAAAAAAHg/G0dTN7AR7X0/s320/7.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561362632228815666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TS3t1_g1hDI/AAAAAAAAAHY/9eLhUseNJDg/s1600/6.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TS3t1_g1hDI/AAAAAAAAAHY/9eLhUseNJDg/s320/6.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561362626710438962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TS3t1iulfZI/AAAAAAAAAHQ/Np2-oQwyrFA/s1600/5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TS3t1iulfZI/AAAAAAAAAHQ/Np2-oQwyrFA/s320/5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561362618983480722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TS3t1bl-RUI/AAAAAAAAAHI/SuILkrjrWj4/s1600/4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TS3t1bl-RUI/AAAAAAAAAHI/SuILkrjrWj4/s320/4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561362617068307778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TS3t03lx8jI/AAAAAAAAAHA/0z2LP9hiGa0/s1600/3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TS3t03lx8jI/AAAAAAAAAHA/0z2LP9hiGa0/s320/3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561362607403823666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Traidores!!! Ficam as imagens para não esquecermos jamais!!!&lt;br /&gt;Não tem perdão!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7243405441411396730?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7243405441411396730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7243405441411396730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/01/imagens-de-uma-traicao.html' title='Imagens de uma traição'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TS3t2UEhQzI/AAAAAAAAAHg/G0dTN7AR7X0/s72-c/7.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-2572891595435475659</id><published>2011-01-04T11:50:00.000-08:00</published><updated>2011-01-04T11:52:16.978-08:00</updated><title type='text'>Vivien Leigh</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TSN6Z01yAiI/AAAAAAAAAG4/s6HdR5S5e0M/s1600/Vivien_Leigh_as_Scarlett_OHara_in_Gone_With_the_Wind_trailer.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 243px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TSN6Z01yAiI/AAAAAAAAAG4/s6HdR5S5e0M/s320/Vivien_Leigh_as_Scarlett_OHara_in_Gone_With_the_Wind_trailer.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558420949204861474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TSN6ZvDPlrI/AAAAAAAAAGw/K3OCPiBZQd0/s1600/gone-with-the-wind-vivien-leigh.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 234px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TSN6ZvDPlrI/AAAAAAAAAGw/K3OCPiBZQd0/s320/gone-with-the-wind-vivien-leigh.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558420947650713266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TSN6ZbxN6sI/AAAAAAAAAGo/yZvhV7jEMdY/s1600/Gone_with_the_Wind_DVD-Clark_Gable-Vivien_Leigh.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TSN6ZbxN6sI/AAAAAAAAAGo/yZvhV7jEMdY/s320/Gone_with_the_Wind_DVD-Clark_Gable-Vivien_Leigh.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558420942474832578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TSN6ZMPBPbI/AAAAAAAAAGg/MrAM_HZh_bY/s1600/entryimage.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 296px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TSN6ZMPBPbI/AAAAAAAAAGg/MrAM_HZh_bY/s320/entryimage.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558420938304863666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TSN6Y4pqhgI/AAAAAAAAAGY/OScPggM7TxI/s1600/08m7efix36xyx6i.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 227px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TSN6Y4pqhgI/AAAAAAAAAGY/OScPggM7TxI/s320/08m7efix36xyx6i.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558420933047911938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fotos da atriz mais linda que o cinema já teve. Sempre "Scarlett O'Hara".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-2572891595435475659?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2572891595435475659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2572891595435475659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2011/01/vivien-leigh.html' title='Vivien Leigh'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TSN6Z01yAiI/AAAAAAAAAG4/s6HdR5S5e0M/s72-c/Vivien_Leigh_as_Scarlett_OHara_in_Gone_With_the_Wind_trailer.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-8836136865087208821</id><published>2010-11-22T12:48:00.000-08:00</published><updated>2010-11-22T13:11:44.132-08:00</updated><title type='text'>Novo Hamburgo 22 de novembro de 2010. Diário de bordo.</title><content type='html'>Hoje completo 28 anos. Quase três décadas de existência. O que posso concluir com base em todo esse tempo é que ser eu não é uma coisa fácil. Entretanto, não uma coisa que possa ser considerada difícil. Quer dizer, difícil até certo ponto, porque depois de um tempo considerável de vida começo a ter algumas atitudes mais coerentes com o mundo em que vivo. Por exemplo, sinceramente não me preocupo com as opiniões de pessoas ditas decentes. Tampouco enxergo os demais assuntos que não me são pertinentes. As “trovas” que não me dizem respeito não me pertencem mais. Como também não me pertencem às vidas que não compartilhem da minha. Não me importo com opiniões intelectuais, me valem mais os sorrisos de crianças a criticas de rostos sérios. Não me preenche o amor de quem já me negou uma vez. Mas também, vez que outra, preciso de um favor de uma bela mulher. Poucas coisas no mundo valem mais que o cheiro do pescoço de uma mulher que realmente valha pena. Não me entrego aos prazos como também não me imponho a eles. Esses mesmos prazos podem me suspender de uma atuação social pondo fim no que chamo de existência. Não tenho interesse em ser um “santo” e também não quero repetir mais as mesmas preces. Não admiro Deus. Também não tenho mais a mesma intimidade com o Diabo. Essas “modas” não tocam mais minha alma. Hoje, tenho alguns poucos desejos. Ainda que meio “encapuchado”, desejo não querer mais agradar duas partes e sim ter um ponto de vista, ainda que doa a uma das partes envolvidas. Não tenho medo da sorte e tudo o que ela possa me proporcionar. Ainda que essa mesma seja como uma bela mulher que se torne uma cruel medusa. Quero ainda que meus enredados planos se mostrem em um resultado tal qual se desenham na minha cabeça. As linhas de um sonho mal traçado podem atingir fronteiras intangíveis. E ainda que tenha que ser repetitivo, mesmo correndo o risco de ser mal interpretado, pouco me importa a opinião de quem não tenha o intuito de ser construtivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-8836136865087208821?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8836136865087208821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8836136865087208821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/11/novo-hamburgo-22-de-novembro-de-2010.html' title='Novo Hamburgo 22 de novembro de 2010. Diário de bordo.'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-2144057559040345041</id><published>2010-11-09T05:30:00.000-08:00</published><updated>2010-11-09T05:32:06.492-08:00</updated><title type='text'>Show do Paul McCartney</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TNlNLWAi7CI/AAAAAAAAAGM/Vpf4_9qlu-k/s1600/IMG174.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TNlNLWAi7CI/AAAAAAAAAGM/Vpf4_9qlu-k/s320/IMG174.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5537542074110503970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho palavras para descrever o show, o artista ou ainda o tamanho da emoção que foi estar lá.&lt;br /&gt;Vai à foto, minha e do meu irmão fazendo careta e registrando a presença no MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-2144057559040345041?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2144057559040345041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2144057559040345041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/11/show-do-paul-mccartney.html' title='Show do Paul McCartney'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TNlNLWAi7CI/AAAAAAAAAGM/Vpf4_9qlu-k/s72-c/IMG174.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-8800744988306402430</id><published>2010-10-14T09:34:00.001-07:00</published><updated>2010-10-14T09:34:44.159-07:00</updated><title type='text'>Verso de uma nova aurora</title><content type='html'>A escrita é falha na tua descrição, &lt;br /&gt;ou menos eficiente que a natureza&lt;br /&gt;Que te desenhou com singular beleza&lt;br /&gt;O amor em tão pura manifestação&lt;br /&gt;É impossível ansiar o dia, no conforto da noite, na companhia tua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In tempo e fora o verso: tu libertaste meu coração.&lt;br /&gt;André&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-8800744988306402430?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8800744988306402430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8800744988306402430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/10/verso-de-uma-nova-aurora.html' title='Verso de uma nova aurora'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-859567525440369019</id><published>2010-10-01T10:08:00.000-07:00</published><updated>2010-10-01T10:09:15.095-07:00</updated><title type='text'>Tchau</title><content type='html'>Hoje queria escrever sobre algo que aconteceu comigo há tempos atrás. Procurei palavras, frases, sentimentos, mas não encontrei nada tão apropriado como o que Bebeto Alves disse na música “Tchau”. &lt;br /&gt;Um tchau por telefone. E como ele disse:&lt;br /&gt;“Um pouco de ti&lt;br /&gt;Me faz rir&lt;br /&gt;Me relaxa, me alonga&lt;br /&gt;Um batom, um floral&lt;br /&gt;Uma olhada no espelho&lt;br /&gt;Pra quem você se apronta?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tchau, você me disse tchau. Enfim, te vejo por aí, talvez amanhã numa outra.&lt;br /&gt;Está aí, abaixo, o link do video da música e a letra da belissíma canção.&lt;br /&gt;E tchau!&lt;br /&gt;Bom findi a todos. &lt;br /&gt;Scheid&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://video.google.com/videoplay?docid=-6898306847937574212#&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tchau&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bebeto Alves&lt;br /&gt;Composição: Bebeto Alves &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria sentir&lt;br /&gt;Um gosto de café na tua boca&lt;br /&gt;Saber quanto de azul, xadrez, vermelho e estampado&lt;br /&gt;Tem no teu guarda-roupa&lt;br /&gt;Você passa por mim como um sol&lt;br /&gt;Me diz oi,&lt;br /&gt;Caminhando ainda diz&lt;br /&gt;- hoje ouvi uma música, lembrei de ti&lt;br /&gt;Que música louca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, tchau&lt;br /&gt;Você me disse tchau&lt;br /&gt;Te vejo por ai&lt;br /&gt;Talvez amanhã&lt;br /&gt;Numa outra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria te descobrir&lt;br /&gt;Ligar a minha câmera oculta&lt;br /&gt;Saber, que não há nada de mal&lt;br /&gt;A vida te cuida&lt;br /&gt;Quando a sós te encontra&lt;br /&gt;Um salto alto, um livro,&lt;br /&gt;Uma lágrima, uma ponta&lt;br /&gt;Um pouco de ti&lt;br /&gt;Me faz rir&lt;br /&gt;Me relaxa, me alonga&lt;br /&gt;Um batom, um floral&lt;br /&gt;Uma olhada no espelho&lt;br /&gt;Pra quem você se apronta?&lt;br /&gt;Queria sentir&lt;br /&gt;Tão louca de amor&lt;br /&gt;Você ficar tonta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tchau,&lt;br /&gt;Você me disse tchau&lt;br /&gt;Te vejo por ai&lt;br /&gt;Talvez, amanhã&lt;br /&gt;Numa outra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria acordar&lt;br /&gt;Te ver dormir&lt;br /&gt;Acender um cigarro&lt;br /&gt;E pensar&lt;br /&gt;Que o tempo não é um relógio&lt;br /&gt;E ao contrário da lógica&lt;br /&gt;Tão imprevisível&lt;br /&gt;Ele passa&lt;br /&gt;E faz tudo mudar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tchau&lt;br /&gt;Você me disse tchau&lt;br /&gt;Te vejo por ai&lt;br /&gt;Talvez amanhã&lt;br /&gt;Numa outra&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-859567525440369019?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/859567525440369019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/859567525440369019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/10/tchau.html' title='Tchau'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7670849801505798592</id><published>2010-09-23T08:29:00.001-07:00</published><updated>2010-09-23T08:29:32.106-07:00</updated><title type='text'>Te ver</title><content type='html'>Adentrastes pelas minhas retinas como mar em fúria&lt;br /&gt;Redefinindo o que de fato neste mundo é contraste&lt;br /&gt;Assim, tu, que me “encontrastes”, &lt;br /&gt;Refazes regras de comunhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que entre nós houvesse uma atmosfera&lt;br /&gt;Teu odor corrompeu meu olfato invadido&lt;br /&gt;Nesse momento eu, ainda meio que perdido&lt;br /&gt;Segui teus passos, compassados, retos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tua voz falando a quem talvez pouco te atenta, &lt;br /&gt;Reverberou infinitamente nos caracóis dos meus ouvidos&lt;br /&gt;Reinventando melodias com esse sonido &lt;br /&gt;A quem quiza pouco entendia a beleza das ondas sonoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, que só tenho eternizado esse breve momento&lt;br /&gt;Sinto inveja de quem pela primeira vez te verás,&lt;br /&gt;Será como eu, de paralisar,&lt;br /&gt;No teu bailar de amor machucado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Covarde sou que me calo&lt;br /&gt;Quando deveria falar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7670849801505798592?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7670849801505798592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7670849801505798592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/09/te-ver.html' title='Te ver'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3340324797773698402</id><published>2010-09-21T08:39:00.001-07:00</published><updated>2010-09-21T08:47:04.845-07:00</updated><title type='text'>Refletindo um pouco</title><content type='html'>No último dia 16 faleceu minha avó. Ela não era uma pessoa querida. Não era uma pessoa amorosa. Tampouco uma pessoa carinhosa. Não a vi muito nos últimos anos. Não troquei palavras, ainda que fúteis, com ela. Não quis ouvir ela. Era tão chateado com ela com algumas coisas da minha infância que preferi a distancia. O silêncio “espraguejador”.  De fato, fui até o hospital apenas para ver se estava tudo bem com o meu pai e com a minha tia Lisa, que era a pessoa mais ligada a ela e que quiza fora a única que a entendeu e a amou mesmo assim. Amou a velha apesar de todas as diferenças. Bem da verdade, estava preocupado com a tia Lisa mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sabe, quando vi aquele corpo inerte na maca, pela primeira vez indefeso, alguma coisa mudou em mim. Ver aquele cadáver com esparadrapos no rosto, pálido e frio, fez algo mudar. Pensei, “porra vó, tu vivestes 85 anos e poderias ter vivido todos eles de forma feliz. Poderias ter feito as pazes com todos, ter cedido mais, ter sorrido de boba e ter se preocupado menos com coisas materiais. Nada disso vai dentro do teu caixão.” Ver a minha vó daquele jeito consertou algumas coisas na minha vida. Pois, como diria a história, quando Inês é morta já fodeu tudo. Voltei para o trabalho pensando em tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando cheguei ao velório e vi tanta hipocrisia na volta do caixão, (sim, quase ninguém gostava da velha, entretanto quase todos choravam), entendi mais uma coisa. Definitivamente mágoas não valem a pena. Amplificar mágoas para justificar nosso próprio ego e falta de confiança é uma coisa completamente imbecil. E como já fiz isso em muitos casos. E em todos os casos o principal sofredor fui eu mesmo. Tchê, sem muitas filosofias ou palavras bonitas: isso é uma merda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, quando o ministro jogou uma pá de terra sobre o caixão e um breve raio de sol dourou a cena, vi que a vovó (romanticamente falando) também tinha entendido isso. Morreu sem dor, sem doença, sem dar qualquer tipo de trabalho (diferentemente da vida toda que teve saudável). Assim, dessa forma, minha vovó foi uma vovó linda e ótima pelo menos uma vez: ensinou-me que de fato têm muitas coisas que não valem uma vida de rancor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje peço desculpas a todos que por ventura alguma vez na vida tenha magoado, de forma direta ou indireta. Não peço perdão aos inimigos, até porque para esses minha adaga está sempre pronta! Mas também não dou mais tanta importância as nossas rixas. Que assim seja por toda uma vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3340324797773698402?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3340324797773698402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3340324797773698402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/09/refletindo-um-pouco.html' title='Refletindo um pouco'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5122888556832029278</id><published>2010-08-27T15:55:00.000-07:00</published><updated>2010-08-27T15:57:53.162-07:00</updated><title type='text'>Destinatário</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/THhCchXU9mI/AAAAAAAAAFk/0UV76RfJtdI/s1600/fuck.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 223px; height: 226px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/THhCchXU9mI/AAAAAAAAAFk/0UV76RfJtdI/s320/fuck.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5510227201847785058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por acaso tu (e sabes quem é) estiveres lendo esse blog.&lt;br /&gt;Sem mais a dizer,&lt;br /&gt;André.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5122888556832029278?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5122888556832029278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5122888556832029278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/08/destinatario.html' title='Destinatário'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/THhCchXU9mI/AAAAAAAAAFk/0UV76RfJtdI/s72-c/fuck.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-885155222754255744</id><published>2010-08-17T09:11:00.000-07:00</published><updated>2010-08-17T09:35:38.125-07:00</updated><title type='text'>Doses de realidade em tempos modernos</title><content type='html'>O que é um poema de amor senão o desamor completo?&lt;br /&gt;A melancolia de um calor no peito,&lt;br /&gt;Um frio na barriga, &lt;br /&gt;A estória inacabada,&lt;br /&gt;Ainda que unilateralmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é um poema de amor senão um hino a solidão?&lt;br /&gt;Um cântico solitário.&lt;br /&gt;Tal qual o tolo lobo que uiva para a lua,&lt;br /&gt;astro intocável,&lt;br /&gt;Em vão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais pode ser um poema de amor senão palavras de saudade&lt;br /&gt;Aquelas que enumeram dias sempre no mesmo assunto&lt;br /&gt;Sentindo-se o ser insuportável&lt;br /&gt;De tanto refletir sobre o que não necessita mais de reflexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma náusea, uma pontada,&lt;br /&gt;Um ferimento pelo fio da própria espada,&lt;br /&gt;posta ao uso, de quem por fim, &lt;br /&gt;só quis amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A modernidade dos tempos coloca o amor como estrada para a eterna solidão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-885155222754255744?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/885155222754255744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/885155222754255744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/08/doses-de-realidade-em-tempos-modernos.html' title='Doses de realidade em tempos modernos'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4399371904053656349</id><published>2010-08-12T15:46:00.000-07:00</published><updated>2010-08-12T17:13:53.676-07:00</updated><title type='text'>Qual é o teu pastel?</title><content type='html'>Uma das coisas boas de ficar mais velho é que podemos admitir que existem outras coisas fenomenais além do sexo. Explico melhor. Nas conversas de homem, aquelas conversas de bar, existe uma lei universal: nada é melhor que sexo. Pois bem, durante muito tempo para não passar de babaca damos fiança a tal lei, mas depois de alguns anos de existência ampliamos nossos horizontes com mais confiança. E uma coisa posso dizer: dependendo o momento, nada pode ser melhor no mundo que um bom pastel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe aqueles pastéis “nojentos”, com gordura pingando? São esses a que me refiro. Como já diria o Luiz Fernando Verrissimo, “quanto mais chulé e feio parecer o lugar por fora melhor será o seu pastel”. É a mais pura verdade. Pastel de beira de estrada é o luxo, um verdadeiro colosso. Quando viajo para tocar chego a chorar pelo canto da boca de imaginar que vou descobrir uma nova espelunca que tenha um maravilhoso pastel banhento. Se você entrar no lugar e já sentir o cheiro da banha velha então? Tirou a sorte grande. O pastel será magnífico. Se dentro do estabelecimento tiver moscas? Nossa, o pastel é puro glamour! Mas agora, se você entrar no boteco e ver uma senhora gorda, com as mão mais gordas que você já viu na vida, usando meias kandell, velha, feia (requisito muito importante) e essa mesma estiver fazendo um pastel caseiro... Meu amigo, colosso, fenomenal, estupendo e descomunal são adjetivos falhos para o sabor da jóia de pastel que irá degustar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem outra coisa sobre o pastel. O pastel é um elo de socialização de todas as classes econômicas. Como moro em Novo Hamburgo, já vi inúmeras vezes aquelas “pseudos jovens peruas” saindo de baladas podres de tão chiques, com alguns “mils” de roupa parar nas bancas da Pedro Adams e gritarem: “Bigode, me dá um pastel!” Ta vendo? Depois ficam ali, devorando seus maravilhosos pasteis gordurentos na companhia de cachorros sarnentos, bêbados, putas, travestis e o que elas acham pior: trabalhadores! Essa é uma cena de socialização magnífica. Todos são iguais com um pastel nas mãos. É o ponto comum entre todos nesse momento. Todos se rendem aos encantos de um pastel delicioso feito com péssimos hábitos de higiene. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo tem algo que me deixa preocupado. As grifes de pastel. Perto da minha casa tem uma dessas grifes. O pastel passou a ser uma coisa “fina”. Com um ambiente refinado, limpo (!!!), cheiroso (não se sente o cheiro da maravilhosa banha fervilhando) e somente com gente bonita e elegante. Isso está errado! Não tem graça ir comer um pastel e não ter um bêbado no balcão dando um discurso marxista. Não tem graça ir comer um pastel e não sair fedendo a gordura! E mais, quem faz o pastel tem que ser feio! Tem que ser um bigodudo com sebo no bigode. Tem que ser uma gorda com cabelos engordurados! Essa é a regra do bom pastel! Mas tem algo ainda muito pior: o pastel de grife, (com menininhas bonitinhas atendendo vestidas com uniformes impecáveis), é maravilhoso. Será o fim do pastel “roots” de beira de estrada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ta Dé, mas qual é o teu pastel?&lt;br /&gt;- O meu? Aquele que é preparado por uma “mama” gorda e mais cheio de gordura possível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4399371904053656349?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4399371904053656349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4399371904053656349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/08/qual-e-o-teu-pastel.html' title='Qual é o teu pastel?'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7128956446627290120</id><published>2010-08-03T17:57:00.000-07:00</published><updated>2010-08-03T18:03:55.857-07:00</updated><title type='text'>Cafona</title><content type='html'>http://www.youtube.com/watch?v=lRbee1HGzXA&amp;feature=related&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque hoje eu acordei cafona. Talvez apaixonado. Talvez ambos.&lt;br /&gt;Mas que é uma bela música é.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7128956446627290120?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7128956446627290120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7128956446627290120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/08/cafona.html' title='Cafona'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-1070385375009102330</id><published>2010-07-29T13:40:00.000-07:00</published><updated>2010-07-29T13:45:26.579-07:00</updated><title type='text'>Mais ou menos assim</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TFHncQfI7KI/AAAAAAAAAFU/uZHmXhuon7E/s1600/314832.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 251px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TFHncQfI7KI/AAAAAAAAAFU/uZHmXhuon7E/s320/314832.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5499431092644015266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ou menos assim era a minha cara quando cheguei em casa da última balada que fiz... Misericórdia!&lt;br /&gt;PS: E to voltando pra Kooks nos findis...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-1070385375009102330?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1070385375009102330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1070385375009102330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/07/mais-ou-menos-assim.html' title='Mais ou menos assim'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TFHncQfI7KI/AAAAAAAAAFU/uZHmXhuon7E/s72-c/314832.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-6514413749473581672</id><published>2010-07-27T13:15:00.000-07:00</published><updated>2010-07-28T13:54:29.935-07:00</updated><title type='text'>Poema para uruguaiana</title><content type='html'>Consumo o tinto como cupins devoram um móvel velho,&lt;br /&gt;Tenho todo o tempo do mundo.&lt;br /&gt;Lentidão aparente e pensamentos fervilhantes,&lt;br /&gt;Fazem um estrago nessa linha de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A porta aberta é um convite ao inesperado.&lt;br /&gt;Como se fosse possível fechá-la,&lt;br /&gt;uma sombra encobre o que poderia ser teu rosto,&lt;br /&gt;ou uma foto velha no canto da sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até quem me vê caminhar na rua sente o peso que sinto,&lt;br /&gt;Refluxo do doce ingerido na ausência imposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dou-te um poema.&lt;br /&gt;Uma celebração do quanto já passou o tempo, &lt;br /&gt;Esse mesmo que já virou anos!&lt;br /&gt;E ainda assim, &lt;br /&gt;Sem tu passares por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se por acaso aparecesses, &lt;br /&gt;Seria mais um desses mistérios do amor,&lt;br /&gt;Mas se não apareceres não importa:&lt;br /&gt;Esse poema é teu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comédia cotidiana vai me distrair&lt;br /&gt;Enquanto a fumaça do cigarro ainda desenhar teu rosto,&lt;br /&gt;E assim se desfazer no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse poema é teu&lt;br /&gt;É direito poder assim falar.&lt;br /&gt;Na escuridão que espera a luz tua,&lt;br /&gt;E até lá:&lt;br /&gt;Esse poema é só o que posso dar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-6514413749473581672?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/6514413749473581672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/6514413749473581672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/07/poema-para-uruguaiana.html' title='Poema para uruguaiana'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-497504775270348225</id><published>2010-07-19T16:40:00.000-07:00</published><updated>2010-07-19T19:05:03.322-07:00</updated><title type='text'>"Sam.....playing it again...."</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETjLIiDbxI/AAAAAAAAAFM/2M52cJX5PUU/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 237px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETjLIiDbxI/AAAAAAAAAFM/2M52cJX5PUU/s320/untitled.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495767225707228946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETjGYi3BSI/AAAAAAAAAFE/1gF-G5UolCE/s1600/casablanca-splash.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 216px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETjGYi3BSI/AAAAAAAAAFE/1gF-G5UolCE/s320/casablanca-splash.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495767144106231074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETjBA0BQZI/AAAAAAAAAE8/ebHzoJ43fA0/s1600/Casablanca_-_Sam_e_Rick.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 239px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETjBA0BQZI/AAAAAAAAAE8/ebHzoJ43fA0/s320/Casablanca_-_Sam_e_Rick.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495767051836408210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETi84kggMI/AAAAAAAAAE0/0RJLOwWfy9o/s1600/casablanca.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 241px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETi84kggMI/AAAAAAAAAE0/0RJLOwWfy9o/s320/casablanca.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495766980904386754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETi4svkKgI/AAAAAAAAAEs/635GdHqrMVo/s1600/casablanca18.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETi4svkKgI/AAAAAAAAAEs/635GdHqrMVo/s320/casablanca18.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495766909010061826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETizMrz3AI/AAAAAAAAAEk/-DVsAkfxmQk/s1600/Annex-Bogart-Humphrey-Casablanca_06.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 253px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETizMrz3AI/AAAAAAAAAEk/-DVsAkfxmQk/s320/Annex-Bogart-Humphrey-Casablanca_06.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495766814505032706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETit2oZd5I/AAAAAAAAAEc/lxstr5ujUas/s1600/132130__casablanca_l.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 270px; height: 270px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETit2oZd5I/AAAAAAAAAEc/lxstr5ujUas/s320/132130__casablanca_l.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495766722685794194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETinzUGmUI/AAAAAAAAAEU/JhiTovzCaVE/s1600/0.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETinzUGmUI/AAAAAAAAAEU/JhiTovzCaVE/s320/0.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5495766618716150082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"It is still the same old story&lt;br /&gt;The fight for love and glory&lt;br /&gt;A case of do or die&lt;br /&gt;The world will always welcome lovers&lt;br /&gt;As time goes by..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim a vida imita a arte: &lt;br /&gt;Bons tempos do cinema, &lt;br /&gt;Maravilhoso esse momento da vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-497504775270348225?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/497504775270348225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/497504775270348225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/07/samplaying-it-again.html' title='&quot;Sam.....playing it again....&quot;'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TETjLIiDbxI/AAAAAAAAAFM/2M52cJX5PUU/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-8644107052764998209</id><published>2010-07-14T16:58:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T17:14:54.919-07:00</updated><title type='text'>Talvez, talvez e talvez.</title><content type='html'>Como já gastei papel para anestesiar velhas magoas. Talvez se fosse possível empilhar todas as folhas se construiria um alto monumento. Um monumento a dor, a solidão, a insustentável paz que o silêncio produz. Quando, nessas fases da vida, esse mesmo silêncio se impôs a mim, sempre reagi com um acorde, um grito, um canto, um poema ou um texto. E como gastei papel com isso. A dança da caneta tatuou folhas em branco, folhas amassadas, folhas velhas e amareladas. E me pergunto então: Por que disso tudo? Que tipo de mensagem é essa? Aonde pode chegar tais palavras vãs? Não encontro respostas, se é que essas mesmas existem. Não sei por que escrevo, porque canto ou porque componho. Talvez porque seja uma parte de mim que insiste em não se calar. Que insiste em ser vã e que atira palavras ao vento, entregando assim a sorte do destino que um poema possa alcançar. Talvez porque existam mais assim como eu. Talvez, talvez e talvez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como passa o tempo que de repente são anos. Os velhos dramas ainda ilustram a velha folha que serve de pauta para a vida. Os mesmos medos, as mesmas incertezas e as mesmas teimosias. É a comédia de uma vida na qual o ator principal não representa e não é acompanhado por uma platéia. Então, pergunto: Por que ele está ali? Para entreter quem? Talvez, usando de novo a palavra, seja para a diversão de um deus. Esse mesmo que sem uma igreja postada não teria absolutamente nada a dizer. Talvez, talvez e talvez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja para viver a dor. Talvez seja para se converter a futilidade, ou ainda a sistemática anestésica imposta pela era digital com toda a sua exatidão. Uma forma de amplificar sentimentos e jogar de forma rápida num veiculo instantâneo. Talvez seja para viver o mistério do amor, aquele esquecido sentimento que brota nos momentos românticos antes e depois do sexo. Tão esquecido mesmo. Talvez, e digo somente talvez, seja para descobrir que o inevitável é a única forma de solucionar o que parece não ter solução. Talvez, talvez e talvez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-8644107052764998209?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8644107052764998209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8644107052764998209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/07/talvez-talvez-e-talvez.html' title='Talvez, talvez e talvez.'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-1656833268771578715</id><published>2010-06-23T05:39:00.000-07:00</published><updated>2010-06-23T05:56:10.741-07:00</updated><title type='text'>Dunga?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TCIBbQnqlqI/AAAAAAAAAEM/tq-B1QayU1o/s1600/zangado1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 285px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TCIBbQnqlqI/AAAAAAAAAEM/tq-B1QayU1o/s320/zangado1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485948863920117410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tem uma coisa que gostaria de saber. Por que o Carlos Caetano tem o apelido de Dunga? Até onde sei, “Dunga” é um dos sete anões da Branca de Neve, famoso clássico infantil dos irmãos Grim. Na fábula, os sete anões são: Soneca, Dengoso, Dunga (o único que não tinha barbas e não falava), Feliz, Atchim, Mestre e Zangado. Pelo visto, quem apelidou o “Dunga” de “Dunga” não leu o famoso conto. É evidente que pela lógica “Dunga” só poderia ter um apelido, mas caso alguém não tenha usado a lógica ainda vamos analisar cada um dos sete anões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treinador da seleção poderia ter o apelido de “Soneca”? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Senhor Soneca, por que o senhor não convocou o Ronaldinho Gaúcho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, eu estava com muito sono e “zzzzz”... ai pensei bem e “zzzzz”....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá né! O Dunga não tem preguiça de trabalhar. Ou então:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dengoso, quem será o substituto do Kaká contra Portugal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu acho o Kaká tão fofo que nem consigo pensar em alguém para o lugar dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Puta que pariu! De jeito nenhum mesmo. Não combina com o cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Feliz, o que o senhor acha da sua fama de retranqueiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu fico todo orgulhoso e muito contente com todos me chamando de retranqueiro e me criticanto o tempo todo. O Brasil é um país tão bonito, com pessoas tão legais e eu amo de coração a imprensa e toda a equipe da Rede Globo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bah, aí é de foder!  Quem sabe então o próximo da lista. Atchim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não posso dar essa coletiva hoje, atchim... porque estou, atchim... com uma alergia, atchimmmmmm... a jornalistas, ATCHIMMMMMMMMM!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dunga também não faz bem o papel de doente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mestre, poderiamos chama-lo de Mestre? Porra, daí é forçar a barra também...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “Dunga” só poderia ser o Zangado! Quem deu o apelido para o nosso comandante da seleção estava completamente equivocado. O último episódio com o repórter da Sportv Alexandre Escobar mais uma vez provou isso. Por mais que ache que o senhor “Zangado” tenha razão de mandar alguns jornalistas a merda, é claro que não é uma postura que combina com o cargo que ele ocupa. Mas vamos olhar pelo lado positivo: o “Zangado” (vou começar a chama-lo assim), fez o que todos nós gostariamos de fazer com esses comentaristas esportivos. Eu tenho uma vontade tão grande de chamar o Mauricio Saraiva da RBSTV e o Kenny Braga da Rádio Gaucha de “cagão”,  “filho da puta”, “burro”, “chato”, tal qual o Zangado fez. Todos eles acham que são técnicos! Que sabem mais que todos (assim como nós). Só que com uma diferença: o veiculo e o alcance das suas declarações. Muitas vezes, assim como as do Zangado, tais declarações ou comentários não correspondem ao cargo que eles ocupam. Sendo assim, “Zangado”, tô contigo e não abro! Manda eles a merda! Mas eu queria dar um palpite na tua escalação, acho que se tu fizeres um esquema com o Robinho no meio, Nilmar na frente..&lt;br /&gt;Brasileiro falando de futebol é foda!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-1656833268771578715?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1656833268771578715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1656833268771578715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/06/dunga.html' title='Dunga?'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TCIBbQnqlqI/AAAAAAAAAEM/tq-B1QayU1o/s72-c/zangado1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7783996104940286229</id><published>2010-06-18T12:33:00.000-07:00</published><updated>2010-06-18T15:10:46.896-07:00</updated><title type='text'>A Paixão do Tango</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TBvKb0yXRyI/AAAAAAAAAEE/kG1s9U47GrE/s1600/maradona_charuto.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 304px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TBvKb0yXRyI/AAAAAAAAAEE/kG1s9U47GrE/s320/maradona_charuto.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5484199550628874018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E o que dizer da Argentina até agora na copa? A Argentina canta, dança, beija e encanta. Até então, os hermanos estão com todas as características de uma equipe campeã. Tem um grande time, um grande craque (Messi), vontade de vencer e não tem um grande técnico, têm o Maradona. Maradona não é um técnico de futebol. Não é um comandante. Está bem longe de ser um exemplo para o esporte. Maradona é um rockstar sem uma guitarra. É a figura mais controvérsa da história do futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano era 1986 e eu tinha poucos anos de vida, mas me lembro de uma frase dita pelo meu pai: “Foi com a mão!”. Ele se referia ao gol histórico do Maradona contra a Inglaterra. Lembro-me também que nos anos posteriores, todos na minha escola na hora da pelada do recreio narravam jogadas do Maradona com a bola nos pés. Algo tipo, “aí vai Maradona, passou por um, por dois, por três, gol!!!” Todos queriam jogar como ele. Todos acordavam cedo para ver os jogos do Napoli na Band. É difícil dizer qual foi o guri dos anos 80 que não quis ser o Maradona com a bola nos pés. Claro que na época, nós as crianças, não entendíamos os vícios do craque. Não sabíamos ainda o que era cocaína e também não tínhamos a menor idéia das confusões que os jogadores aprontavam. Nós, eu, só queríamos dançar com a bola nos pés e gritar “gol do  Maradona!!!” Não vimos o Pelé jogar, somente em vídeos e na minha opinião o Maradona nem chega perto dele (o Pelé tem três copas do mundo, o Maradona só uma), mas mesmo assim, para nós ele era o maior do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas agora falando do Diego Armando técnico, acho que ele tem algumas coisas que o faz ser o personagem da copa. Primeira, ninguém explora o marketing como ele. É o rei absoluto dos jornais, com as declarações mais polemicas do mundial. Beija seus jogadores até na boca (“nosfffa, tô bege”) para os fotógrafos. Segundo, ele não é um técnico, não é um comandante, ele é um jogador a mais na Argentina. Ele não precisa teorizar para seus jogadores, ele mostra como se faz. “É assim que se lança”, e  vai lá e faz um lançamento “foda” nos treinos. Sabe como a bola quer ser tratada. Sabe como pouquíssimos no mundo como se joga futebol. Terceiro, o tango. A Argentina joga com a pátria nos pés e com o coração embalado pela paixão de uma nação. A Argentina se doa e joga com respeito ao próprio povo. Não sei se a Argentina será campeã, espero que não. Torço pelo Dunga, apesar de não simpatizar com ele. Mas uma coisa é certa, o “Keith Richards” dos gramados vai incomodar muito nesse mundial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7783996104940286229?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7783996104940286229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7783996104940286229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/06/paixao-do-tango.html' title='A Paixão do Tango'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/TBvKb0yXRyI/AAAAAAAAAEE/kG1s9U47GrE/s72-c/maradona_charuto.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7146247211296575243</id><published>2010-06-15T10:58:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T11:04:17.429-07:00</updated><title type='text'>“Duas tequilas e uma ceva”</title><content type='html'>- Duas tequilas e uma ceva, por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O garçom prontamente atende ao pedido do solitário cavalheiro sentado no balcão que prontamente devora as tequilas e vira a ceva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mais duas tequilas e mais uma ceva, por favor, senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O garçom mais uma vez atende ao pedido do cavalheiro que outra vez devora rapidamente as duas tequilas e vira a outra ceva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Senhor, por favor, me dê mais duas tequilas, uma ceva e uma água sem gás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claramente intrigado com o sujeito a essa altura, o garçom serve as duas tequilas, coloca a ceva no balcão ao lado da garrafa de água sem gás pedida. O sujeito, já cagado de bêbado, vira as duas tequilas, vira a ceva e vira também a água, essa última não pela garganta, mais sim sobre a cabeça. O garçom já meio chocado com a cena incomum pergunta ao sujeito:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meu caro amigo, por que a pressa de ficar tão bêbado em tão pouco tempo?&lt;br /&gt;O sujeito responde:&lt;br /&gt;- Economia de tempo. Agora me dá mais duas tequilas, uma ceva, um Martini, um sex on the beach, um campari, uma vodka em um copo de shot, uma amarula, uma água sem gás e um esparadrapo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento o garçom faz uma cara de apavorado e de extrema incompreensão com relação ao pedido do sujeito. O cavalheiro, bêbado, porém não burro, percebeu a cara do garçom e explicou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma tequila o senhor serve para mim. A outra para aquela bela morena de peitos grandes e tatuagens no fim do balcão. A ceva também é para mim. O Martini vai para aquela loira com carinha de adolescente que ta parada naquela mesa, por ser jovem ela deve gostar de bebidas doces e fracas. O drink, sex on the beach, tu levas para aquela tigresa preparada aqui do lado, porque já é sugestivo como o decote dela. O campari é um cumprimento ao vocalista da banda que está tocando que é amigo meu a longa data. A vodka é para o meu amigo que ta rasgando aquela mocreia na entrada do banheiro, estou tentando ajudar ele a deixar ela mais bonita, se é que o senhor me entende. A amarula é para mocreia, porque tem que ter algo doce naquela cara azeda, e a água sem gás vou virar na minha cabeça, de novo, para ver se consigo falar com alguma delas depois se um dos meus drinks oferecidos tiver efeito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que o raciocínio do sujeito tivesse uma lógica, o garçom ainda estava intrigado com o último pedido, o esparadrapo. Então perguntou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Senhor, e o esparadrapo, faço o que com ele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prontamente o bêbado respondeu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esse é para o senhor colocar na própria boca, porque explicação só se da para porteiro de zona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanta “finéssi”...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7146247211296575243?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7146247211296575243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7146247211296575243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/06/duas-tequilas-e-uma-ceva.html' title='“Duas tequilas e uma ceva”'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3572777599946725762</id><published>2010-06-14T19:50:00.000-07:00</published><updated>2010-06-14T20:06:50.036-07:00</updated><title type='text'>Silvio Rodriguez - Ojala</title><content type='html'>Uma das belas canções do poeta cubano Silvio Rodriguez. Quem ainda não conhece confere lá no youtube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.youtube.com/watch?v=u80ocuvZxmY&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ojalá&lt;br /&gt;Ojalá que las hojas no te toquen el cuerpo cuando caigan&lt;br /&gt;para que no las puedas convertir en cristal.&lt;br /&gt;Ojalá que la lluvia deje de ser milagro que baja por tu cuerpo.&lt;br /&gt;Ojalá que la luna pueda salir sin tí.&lt;br /&gt;Ojalá que la tierra no te bese los pasos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ojalá se te acabé la mirada constante,&lt;br /&gt;la palabra precisa, la sonrisa perfecta.&lt;br /&gt;Ojalá pase algo que te borre de pronto:&lt;br /&gt;una luz cegadora, un disparo de nieve.&lt;br /&gt;Ojalá por lo menos que me lleve la muerte,&lt;br /&gt;para no verte tanto, para no verte siempre&lt;br /&gt;en todos los segundos, en todas las visiones:&lt;br /&gt;ojalá que no pueda tocarte ni en canciones&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ojalá que la aurora no dé gritos que caigan en mi espalda.&lt;br /&gt;Ojalá que tu nombre se le olvide a esa voz.&lt;br /&gt;Ojalá las paredes no retengan tu ruido de camino cansado.&lt;br /&gt;Ojalá que el deseo se vaya tras de tí,&lt;br /&gt;a tu viejo gobierno de difuntos y flores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora a tradução:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomara&lt;br /&gt;Tomara que as folhas não toquem seu corpo quando caiam&lt;br /&gt;Para que não as converta em cristal.&lt;br /&gt;Tomara que a chuva deixe de ser um milagre que baixa pelo seu corpo&lt;br /&gt;Tomara que a lua possa sair sem você.&lt;br /&gt;Tomara que a terra não beije seus passos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomara que acabe o seu olhar constante&lt;br /&gt;A palavra precisa, o sorriso perfeito.&lt;br /&gt;Tomara que aconteça algo que te apague rapidamente&lt;br /&gt;Uma luz que cega, um disparo de neve.&lt;br /&gt;Tomara que pelo menos a morte me leve,&lt;br /&gt;Para não te ver tanto, para não te ver sempre&lt;br /&gt;Em todos os segundos, em todas as visões.&lt;br /&gt;Tomara que eu não possa te tocar nem nas canções&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomara que a aurora não dê gritos que caiam nas minhas costas.&lt;br /&gt;Tomara que o seu nome não se esqueça dessa voz&lt;br /&gt;Tomara que as paredes não retenham o ruído do caminho cansado&lt;br /&gt;Tomara que o desejo se vá atrás de ti,&lt;br /&gt;Para seu velho governo de defuntos e flores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3572777599946725762?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3572777599946725762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3572777599946725762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/06/silvio-rodriguez-ojala.html' title='Silvio Rodriguez - Ojala'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4005320904413401393</id><published>2010-05-20T12:30:00.000-07:00</published><updated>2010-05-20T12:44:14.230-07:00</updated><title type='text'>"Bobo"</title><content type='html'>O estalar da brasa do cigarro espanta o silêncio da casa vazia&lt;br /&gt;e o que ontem era apenas uma alma na madrugada fria,&lt;br /&gt;hoje contenta-se com a própria insignificância.&lt;br /&gt;Como é bom sentir-se bobo o suficiente para rir de si mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4005320904413401393?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4005320904413401393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4005320904413401393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/05/bobo.html' title='&quot;Bobo&quot;'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5957176041486160711</id><published>2010-05-15T22:33:00.000-07:00</published><updated>2010-05-15T22:34:24.454-07:00</updated><title type='text'>Apenas citando II</title><content type='html'>Porque o Carlos é foda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadrilha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João amava Teresa que amava Raimundo&lt;br /&gt;que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili&lt;br /&gt;que não amava ninguém.&lt;br /&gt;João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,&lt;br /&gt;Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,&lt;br /&gt;Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes&lt;br /&gt;que não tinha entrado na história&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5957176041486160711?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5957176041486160711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5957176041486160711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/05/apenas-citando-ii.html' title='Apenas citando II'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-2526829265720166716</id><published>2010-05-15T22:22:00.001-07:00</published><updated>2010-05-15T22:22:54.703-07:00</updated><title type='text'>Apenas citando</title><content type='html'>Citando um das "cabeceiras".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que pode uma criatura senão,&lt;br /&gt;senão entre criaturas, amar?&lt;br /&gt;amar e esquecer,&lt;br /&gt;amar e malamar,&lt;br /&gt;amar, desamar, amar?&lt;br /&gt;sempre, e até de olhos vidrados, amar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que pode, pergunto, o ser amoroso&lt;br /&gt;sozinho, em rotação universal, senão&lt;br /&gt;rodar também, e amar?&lt;br /&gt;amar o que o mar traz à praia,&lt;br /&gt;o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,&lt;br /&gt;é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar solenemente as palmas do deserto,&lt;br /&gt;o que é entrega ou adoração expectante,&lt;br /&gt;e amar o inóspito, o áspero,&lt;br /&gt;um vaso sem flor, um chão de ferro,&lt;br /&gt;e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este o nosso destino: amor sem conta,&lt;br /&gt;distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,&lt;br /&gt;doação ilimitada a uma completa ingratidão,&lt;br /&gt;e na concha vazia do amor a procura medrosa,&lt;br /&gt;paciente, de mais e mais amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa&lt;br /&gt;amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-2526829265720166716?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2526829265720166716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2526829265720166716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/05/apenas-citando.html' title='Apenas citando'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4745511688315258007</id><published>2010-04-16T13:34:00.000-07:00</published><updated>2010-04-16T15:30:42.992-07:00</updated><title type='text'>Desculpa</title><content type='html'>Desculpa se te amo&lt;br /&gt;Se te olho e em ti vejo o que não vês&lt;br /&gt;Se não sinto arestas nos nossos velhos abraços&lt;br /&gt;Se de ti conheço perfeitamente todos os traços&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpa se te amo a tal ponto&lt;br /&gt;De me confundir entre ternura e ódio&lt;br /&gt;De me perder nas estradas da tua solidão&lt;br /&gt;E de sempre perdoar o que não tem perdão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpa &lt;br /&gt;Por não poder ser o que precisas&lt;br /&gt;Por te deixar livre ainda que peças socorro&lt;br /&gt;Tuas batalhas não podem ser guerras minhas&lt;br /&gt;Mas tenhas a certeza que contigo sofro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpa por minha fraqueza ser um coração aberto&lt;br /&gt;E mesmo sabendo que a distancia entre nós é definitiva&lt;br /&gt;Ainda te incluo comigo, sozinho, em todos os meus planos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpa, sei que me engano,&lt;br /&gt;Mas te amo&lt;br /&gt;E ainda que duvides nos teus solitários pensamentos&lt;br /&gt;Meu amor deseja a tua liberdade&lt;br /&gt;Ainda que isso custe a minha própria felicidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4745511688315258007?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4745511688315258007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4745511688315258007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/04/desculpa.html' title='Desculpa'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4629038101680716602</id><published>2010-04-14T08:06:00.000-07:00</published><updated>2010-04-14T08:07:02.562-07:00</updated><title type='text'>“Todo tiene su final”</title><content type='html'>“Todo tiene su final,nada dura para siempre, tenemos que recordar que no existe eternidad”. Na voz de Hector Lavoe esse clássico me inspirou hoje. Nada dura para sempre, isso é fato. Na atual fase que estou vivendo chega o momento decisivo de acabar com um velho e cômodo ciclo. Minha vida na noite chegou ao fim. Começa agora, lentamente, todos os preparativos para uma sucessão. Vou deixar “meu filho” para meus irmãos, não de sangue, mas de alma, e seguir um novo caminho. Com todo o final acontece um novo começo. E essa é a exata hora de isso acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei anos na noite, aproveitei o “glamour”, toquei muito, conheci muita gente, me apaixonei, decepcionei, descobri a justiça do trabalho, enfim, aconteceu de tudo nesses anos de “rock n’ roll”. Sim, aposto que tive uma vida muito parecida com a de qualquer outro roqueiro. Acordava tarde, ia trabalhar quando queria, tive muitas relações, gastei muitos encordoamentos de guitarra e me diverti muito. Conheci pessoas falsas... Mas também conheci pessoas verdadeiras, e essas valem muito mais que as outras. Bebi. Bebi demais. Fumei, fiz papelão, fiquei doente, me curei. A noite foi uma escola livre com regras rígidas e preço alto. Mas sem qualquer arrependimento. Agora chegou a hora, sozinho, de encarar o dia. Tudo tem o seu fim. Sei que estou sendo repetitivo, mas é a mais pura verdade. Como um amigo meu certa vez me disse, “é como uma camiseta velha que você sempre gostou de usar e de uma hora para outra ela não te serve mais.” É chegada a hora de uma “dolorosa” mudança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incerteza de sair comodismo tem me mantido excitado. Como será a vida agora? Como será não ser mais um rosto da noite? Como será começar tudo do zero em outro lugar? Não sei. Não sei se vou me adaptar ao novo lugar que vou morar. Não sei como será a saudade do Brasil. Na verdade tenho alguns meses para por a casa em ordem e incorporar melhor a idéia. Mas a decisão está tomada. Os preparativos estão sendo feitos. Chegou a hora de crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E bem da verdade, estou gostando desse papo de crescer. Quando partir, lá no segundo semestre, só vou deixar lembranças boas para trás. Lembranças de uma adolescência prolongada. Quando chegar a hora, conforme o plano, não vou deixar nenhuma pendência, nenhum coração partido na plataforma de embarque. Vou com tudo resolvido e muito bem vivido por aqui. Será mais uma etapa que no futuro vou olhar para trás com saudade, mas com um sentimento de tudo ter sido vivido ao extremo. Como estou sendo repetitivo, vou dizer de novo, é um ciclo encerrado. Não sei se vou me adaptar bem nos EUA, não sei se vou ficar por lá. As apostas da minha irmã (que mora lá há anos) e da minha família são positivas, mas não sei. Vou me entregar para o desconhecido e ver o que acontece. Talvez eu volte, talvez não.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É meus amigos, poucos amigos, está na hora de mostrar a cara sem mascara. Está na hora de correr atrás de alguns novos sonhos. E estou indo, sem saber aonde vai dar. Será uma boa experiência de autoconhecimento, que é uma coisa que tenho me focado muito ultimamente. Se eu não fizer isso agora não farei mais e, com toda a certeza, a vida é demais para passar em branco. Ah, estava quase esquecendo, antes de ir, como não poderia deixar de ser, vamos “tomar todas” no iL Brasco. Para variar um pouco. “Todo tiene su final”, salve Hector! Mas sempre há um recomeço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4629038101680716602?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4629038101680716602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4629038101680716602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/04/todo-tiene-su-final.html' title='“Todo tiene su final”'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4708128757791874491</id><published>2010-04-04T23:00:00.001-07:00</published><updated>2010-04-04T23:06:50.359-07:00</updated><title type='text'>FIERCE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Só fazendo um pequeno comercial. Estou com uma nova banda (FIERCE), ao lado da minha grande amiga Debora Spengler, e aos poucos, com poucas pretenções, estamos lançando esse trabalho. O disco está sendo terminado, mas no nosso myspace ( &lt;a href="http://www.myspace.com/fiercebrasil"&gt;www.myspace.com/fiercebrasil&lt;/a&gt; ) já têm algumas faixas que podem ser conferidas. Particularmente gosto da faixa EU VEJO SÓ VOCÊ, que representa uma nova fase que chegou na minha vida. Tá valendo todos os tipos de críticas, sugestões e por aí vai.&lt;br /&gt;Valeu?!&lt;br /&gt;Grande abraço e beijos a todos,&lt;br /&gt;André&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4708128757791874491?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4708128757791874491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4708128757791874491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/04/fierce.html' title='FIERCE'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-1198183366745538902</id><published>2010-04-02T22:31:00.000-07:00</published><updated>2010-04-02T22:46:58.827-07:00</updated><title type='text'>M.I.</title><content type='html'>Seguindo o rumo do meu passo&lt;br /&gt;Segui teu passo&lt;br /&gt;Se dessa vez por ti passo,&lt;br /&gt;Dessa vez não te deixarei passar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca esqueci o fogo dos teus cabelos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-1198183366745538902?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1198183366745538902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1198183366745538902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/04/mi.html' title='M.I.'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5471780087297017787</id><published>2010-03-28T18:32:00.000-07:00</published><updated>2010-03-28T18:34:45.434-07:00</updated><title type='text'>Livro</title><content type='html'>Para quem acompanha esse blog, lá de vez em quando, vai um aviso. Vou começar a publicar aqui os capitulos de um livro que estou escrevendo. Trata-se dos seis anos que passei (passo) dentro da noite. São as melhores histórias do iL Brasco pub.&lt;br /&gt;Bem, será divertido, doloroso e honesto.&lt;br /&gt;Em breve!&lt;br /&gt;Att,&lt;br /&gt;André.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5471780087297017787?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5471780087297017787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5471780087297017787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2010/03/livro.html' title='Livro'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-8974253677956621331</id><published>2009-08-07T06:30:00.000-07:00</published><updated>2009-08-07T06:35:59.534-07:00</updated><title type='text'>“Em nome do Senhor”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ontem o dia começou como a maioria dos dias de 2009 pra mim. Acordei cedo, fiz o café, tomei banho, saí de casa pra deixar a “patroa” no trabalho e como faço todos os dias, fui comprar os jornais no Junca. Como sempre o transito naquela parte da Joaquim Nabuco estava horrível, não tinha como estacionar, “bilhões” de carros, buzinas, aquela história de todos os dias desse 2009... Comprado os jornais, já dentro do carro e parado naquele sinal da Bento com a Joaquim, resolvi dar uma olhada na capa do nosso jornal local, já que nossas sinaleiras fazem a “onda demorada do vermelho”. Foi aí que o dia ficou fúnebre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre todas as manchetes que sempre estampam os jornais, ( Gripe “Porcina”, corrupções do governo, etc), vi uma notícia que me deixou órfão. O Luna Bar, aquele bar romântico e simpático de 55 anos no calçadão Oswaldo Cruz, estava fechando as suas portas! Aquela quinta-feira, seis de agosto, era o último dia de atendimento do bar mais tradicional e antigo da cidade. Foi horrível ler aquela manchete. O sinal abriu e fiquei estático, sem reação, ouvindo as buzinas da turma apressada que estava atrás de mim. Fui tomado por um sentimento de perda, de vazio, pois parte do meu cotidiano, desde a minha infância, estava sendo tirada de mim. Confesso que nem pensei no Geraldo, no Israel ou na Isa, estava com um sentimento egoísta, com uma dor de passar pelo calçadão e não ver mais a única coisa que me fazia ainda passar por ali. Eu conhecia cada quadro daquelas paredes velhas. O café com o cigarro no Luna era a melhor terapia que eu tinha. O meu momento de reflexão. Não podia imaginar que aquilo estava acontecendo. Mas estava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, foi almoçar com meu pai e minha mãe. A comida da “velhinha” estava ótima, mas ainda assim não descia. Eu queria ir logo para o Luna pra aproveitar meu último cafezinho naquele lugar único. Então saí correndo, achei uma vaga num estacionamento e rapidamente cheguei ao bar. Aí aconteceu o mais chocante: O LUNA BAR JÁ ESTAVA SENDO DESMONTADO! Fui a lona! Não sabia se tinha raiva da notícia errada do jornal ou do próprio oficial de justiça que coordenava o desmanche. Estava irracional no momento, com ódio! Quem eram aqueles homens do governo, com aqueles “homens” de Deus pra desmanchar um lugar tão querido por todos em Novo Hamburgo? Fui saber os detalhes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui informado pelo Israel, pois o Geraldo mal conseguia conter a própria emoção, que a Igreja Universal, dona de quase todo o calçadão e do prédio do Luna, cassou uma liminar que mantinha o bar aberto e retomou a sala. Sem prazos, sem nada. O Luna bar foi expulso do seu lar de 55 anos pelos “Homens da Fé”. Algo como aqueles rituais que costumam fazer, mais ou menos assim: “Em nome do Senhor eu exijo, eu ordeno que saia daqui!!! Saí demônio, saí desse corpo que não te pertence!!!” E claro que fizeram isso com todo o amparo legal e um oficial de justiça fiscalizando a expulsão de um lugar sério da nossa cidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lugar sério? Sim! O Luna Bar tinha mais credibilidade que todos esses que o expulsaram. Nunca vimos escândalos envolvendo o Luna bar, nunca vimos desvios de dinheiro no Luna bar! Em 55 anos, nenhum escândalo! Só de curiosidade e atrevimento, mas em 55 anos em quantos escândalos a referida igreja e o “adorado” governo já se meteram??? Hehehe É, o Luna era mesmo um lugar sério...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica aqui registrada a minha tristeza e meu apoio, ainda que tardio, ao Geraldo, Israel e Isa. Muito obrigado a vocês e desculpem esse hamburguense, descendente de alemão como as origens da nossa cidade, que nada fez pra evitar que fossem corridos por “estranhos” da nossa própria Novo Hamburgo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-8974253677956621331?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8974253677956621331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8974253677956621331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/08/em-nome-do-senhor.html' title='“Em nome do Senhor”'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4229327363888023382</id><published>2009-05-03T16:46:00.000-07:00</published><updated>2009-07-18T14:15:41.935-07:00</updated><title type='text'>O suicídio salvou minha vida</title><content type='html'>Na verdade o plano era bem direto. Na última semana tratei de organizar mal e porcamente algumas coisas que não poderiam ficar sem respostas, para hoje, dia três de maio, enfiar uma bala de 38 bem no meio da minha cabeça. Hoje era pra ser o último dia da minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem decidido, acordei hoje à tarde como de costume, comi um “sanduba”, fumei um marlboro, passei a mão na cabeça dos cachorros, (por um momento achei que eles estivessem entendendo a minha despedida), tomei um banho e saí rumo a minha empresa, local onde consumaria o ato. Chegando lá, fumei mais um marlboro e coloquei em cima do balcão a carta que justificava meu crime para após isso partir para o banheiro, local onde iria juntar os pés. Coloquei dentro do tambor uma bala de ponta oca, para fazer um estrago bem grande mesmo. Me sentei no chão. Acendi mais um cigarro, “finalmente vai ser o último” pensei. Fumei com uma melancolia gostosa, “é, deu o que tinha que dar”, era uma maneira de dizer fui até onde consegui, agüentei o máximo que pude. E mais, se a vida é minha, eu decido quando acaba, é uma decisão só minha. Terminado o cigarro, havia chegado a hora. Cruzei as pernas como índio, coloquei o cano em baixo do meu queixo, engatilhei, pensei “foda-se” e comecei a puxar o gatilho. E foi aí que tudo mudou pra mim. Nesse pequeno espaço de tempo que separa o meu dedo do mecanismo da maquina até a bala sair e espalhar meu cérebro por todo o chão, me ocorreu à idéia de fumar mais um cigarro. Por ironia, esse seria o salvador e por outro lado é uma grande merda, porque nem na hora da morte eu consigo dizer que foi meu ultimo crivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto fumava mais esse marlboro, pensei em todos os motivos pelos quais estava ali sentado no chão daquele banheiro. Resolvi mais uma vez analisar eles, pois foi ali, no chão mesmo, que vi como é frágil minha própria existência. Naquele momento, comecei a entender o exato tamanho dos meus ditos problemas, das coisas que me chateavam a muito e que de uma forma ou outra, só eu poderia resolver. Até porque, as pessoas as quais me referia na carta de despedida, no fim das contas, não estariam nem um pouco aí pra minha morte. Possivelmente seria somente mais uma porra de fofoca entre amigos. Mas para mim, essa “insignificante” vida é tudo o que eu tenho. E naquele momento, torno a dizer, sentando no chão daquele banheiro, imaginando as baratas comendo meus miolos, cheguei a conclusão que por essas, realmente não valeria a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referente aos traumas da minha infância, pensei: “porra, todo mundo tenta acertar, por que meu pais seriam diferentes?” Eles com certeza fizeram o melhor que conseguiram nos momentos que era de dúvidas para eles também. Então tudo certo, posso sobreviver com isso. Com relação a mulher que partia meu coração pensei também: “bem se ela pisou no melhor que posso sentir na minha vida, com certeza teria a mesma reação quando visse minha cara num anuncio fúnebre, seguida de um pequeno pesar interno para se sentir melhor frente a própria indiferença”. Com certeza não valeria a ponta oca na minha cachola... Outro motivo, a passada de perna que levei esse ano, mais uma na verdade. Quando refleti sobre essa pensei bem: “Vão tomar no cu”. E pra esses não pensei mais nada, a vida se encarrega... Ah, tinha as minhas dívidas também, quanto a essas pensei da maneira mais lógica: “morrendo eu não vou pagar, se eu não pagar sou um baita pau no cu. É... vou ter que viver pra pagar mesmo.” Sendo assim, naquele momento, com aquele bendito cigarrinho na mão, reverti minha decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se antes queria morrer por mim mesmo, pelo simples fato de não querer mais existir, não agüentar mais os sofrimentos provocados pelo egoísmo de gente que não ta nem aí pra mim, resolvi viver por mim mesmo também. Vi o que a muito não via, talvez alguns sete anos, que minha própria existência me basta. Com todos os erros, julgamentos, falatório, e tudo mais, a minha presença me é suficiente. E se isso incomodar alguém, que se foda. O mundo é gigante, não precisamos compartilhar qualquer palavra com quem nos coloca somente para baixo. Hoje é o dia que quero correr atrás de todo o tempo perdido, do meu trabalho que deixei de lado, da minha verdadeira música, das pessoas verdadeiras que troquei por falsas. Minha pulsão de morte virou o maior sopro de vida que já senti. Saí numa empolgação tão grande de recomeçar a viver que resolvi até jogar o cigarro no lixo e parar de fumar. E joguei! Bem, mas aí voltei atrás né, sabe-se lá quando vou precisar refletir mais um pouquinho sobre as merdas que estou quase por realizar... Por fim, nesse momento não estou morto, e sim mais vivo e sedento do que nunca. Como diria Vinicius de Moraes: “Sarava”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4229327363888023382?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4229327363888023382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4229327363888023382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/05/o-suicidio-salvou-minha-vida.html' title='O suicídio salvou minha vida'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-6253340439906053229</id><published>2009-04-27T15:10:00.000-07:00</published><updated>2009-04-27T15:13:07.463-07:00</updated><title type='text'>Afinação</title><content type='html'>Quero deslizar pelo teu corpo como a água que te banha&lt;br /&gt;Sentindo teu retorcer e todas as tuas manhas&lt;br /&gt;Te fazer as minhas mais indecentes caricias&lt;br /&gt;E assim sumir com toda a tua sanidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero te aquecer como o sol que derrete a neve&lt;br /&gt;Com um ritmo ao qual te entregues&lt;br /&gt;Afinar a freqüência do teu suspiro com o meu quadril&lt;br /&gt;E semear dentro de ti um pouco de felicidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero tua voz eternizada nos meus ouvidos&lt;br /&gt;Com palavras que não podem ser escritas,&lt;br /&gt;Arrancadas na forma de um urrar do fundo da tua alma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, quero te devolver a calma,&lt;br /&gt;Para que possas repousar no meu peito&lt;br /&gt;Sonhando com a eternidade do momento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-6253340439906053229?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/6253340439906053229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/6253340439906053229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/04/afinacao.html' title='Afinação'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4727789535124091168</id><published>2009-04-16T03:18:00.001-07:00</published><updated>2009-04-16T03:23:47.988-07:00</updated><title type='text'>O que ainda não entendo</title><content type='html'>Suprimindo minha razão com seus braços me envolveu&lt;br /&gt;Tocou meu corpo, tirou meu fôlego,&lt;br /&gt;Bebeu na minha boca...&lt;br /&gt;E deu!&lt;br /&gt;Fez passar à força...&lt;br /&gt;Por que me abraçou assim tão forte no seu erro?&lt;br /&gt;Quando errei não pude sequer tocar-te...&lt;br /&gt;Ficou a dúvida ecoando no ar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4727789535124091168?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4727789535124091168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4727789535124091168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/04/o-que-ainda-nao-entendo.html' title='O que ainda não entendo'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5570501014026437531</id><published>2009-04-06T18:46:00.000-07:00</published><updated>2009-04-06T18:50:35.565-07:00</updated><title type='text'>Para quando faltar alguém</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Esse poema é para quando faltar alguém&lt;br /&gt;Alguém para receber uma boa notícia&lt;br /&gt;Um ligeiro comentário cotidiano&lt;br /&gt;Ou ainda o simples telefonema “pensei em você”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o poema da ausência não dolorosa&lt;br /&gt;Daquela cicatriz turra sobre a pele&lt;br /&gt;Impercebível aos olhos cansados&lt;br /&gt;Mas que está lá, branquinha, quase rala no peito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o poema do instante&lt;br /&gt;Aquele que paralisa nosso olhar através da janela do ônibus&lt;br /&gt;Que fita a vista da sacada da casa&lt;br /&gt;E não encontra nada e nem ninguém&lt;br /&gt;Somente uma generosa lembrança que condensa o ar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o poema da risada&lt;br /&gt;Da nostalgia de como tudo era divertido&lt;br /&gt;Das manias irritantes e das toalhas molhadas sobre a cama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É também o poema da saudade&lt;br /&gt;Mas não de reviver o já vivido&lt;br /&gt;Mas sim da vontade de congelar aquele momento para que ele nunca terminasse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O simples calorzinho no coração,&lt;br /&gt;Aliado ainda ao olhar perdido,&lt;br /&gt;As lembranças das manias “insuportáveis”,&lt;br /&gt;A vontade de viver perpetuamente naquele tempo,&lt;br /&gt;São as razões desse poema...&lt;br /&gt;Que não possui qualquer fragmento de razão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5570501014026437531?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5570501014026437531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5570501014026437531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/04/para-quando-faltar-alguem.html' title='Para quando faltar alguém'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3988630252754363548</id><published>2009-04-02T19:31:00.000-07:00</published><updated>2009-04-02T23:59:02.482-07:00</updated><title type='text'>Roda de Chimarrão</title><content type='html'>A única roda que gira sem sair do lugar é a roda de chimarrão&lt;br /&gt;Já o mundo, que da uma volta por dia,&lt;br /&gt;Leva tudo com ela.&lt;br /&gt;Ontem o passado,&lt;br /&gt;Distante é o futuro&lt;br /&gt;Pouco importa...&lt;br /&gt;O que me interessa é o exato momento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3988630252754363548?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3988630252754363548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3988630252754363548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/04/roda-de-chimarrao.html' title='Roda de Chimarrão'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3098746926072757359</id><published>2009-03-25T11:55:00.000-07:00</published><updated>2009-03-28T15:17:44.190-07:00</updated><title type='text'>Exorcismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O ritual começa quando as luzes se apagam&lt;br /&gt;Fazendo a escuridão dominar meus olhos&lt;br /&gt;Um suor frio escorre pelo meu rosto&lt;br /&gt;Exposto&lt;br /&gt;Enquanto quadros de um filme se formam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rolo em círculos infinitos&lt;br /&gt;Escuto vozes que me atormentam&lt;br /&gt;Fantasmas assombram todo o quarto&lt;br /&gt;Intacto&lt;br /&gt;Como o demônio o deixou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma hóstia percorre minha garganta&lt;br /&gt;Breve calmaria me toma&lt;br /&gt;Uma prece, uma voz, um consolo,&lt;br /&gt;Enquanto novamente me tomo&lt;br /&gt;Por uma dor, agora profunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui estou,&lt;br /&gt;E num grito coloco para fora toda a minha vontade&lt;br /&gt;De expulsar o Diabo dessa minha alma tão impura,&lt;br /&gt;Acumulada de pecados como a sua morada&lt;br /&gt;(talvez o próprio Inferno)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exorcismo o arranca da minha pele e o sinto,&lt;br /&gt;Como a dor de cacos de vidros entrando por todo meu corpo&lt;br /&gt;Grito, blasfemo, amaldiçôo minha família e até o próprio Deus!&lt;br /&gt;Sem entender mais quem me governa,&lt;br /&gt;Enquanto minha alma sangra através das chagas,&lt;br /&gt;Essas eternas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim minha alma serena&lt;br /&gt;Em algum lugar jaz em plenitude&lt;br /&gt;A leveza entorna meu espírito mais uma vez&lt;br /&gt;Essa noite, e não mais que essa noite,&lt;br /&gt;Foi a última das que chorei por ti.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3098746926072757359?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3098746926072757359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3098746926072757359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/03/exorcismo.html' title='Exorcismo'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5351627682593124889</id><published>2009-03-17T14:22:00.000-07:00</published><updated>2009-03-17T14:24:46.446-07:00</updated><title type='text'>O "Ç"</title><content type='html'>ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç&lt;br /&gt;ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç&lt;br /&gt;ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç&lt;br /&gt;ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç&lt;br /&gt;ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç&lt;br /&gt;ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç&lt;br /&gt;ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç&lt;br /&gt;ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç&lt;br /&gt;ççççççççççççççççççççççççççççççççççççççç...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o "ç".&lt;br /&gt;Falta de criatividade é foda...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5351627682593124889?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5351627682593124889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5351627682593124889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/03/o-c.html' title='O &quot;Ç&quot;'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-216291171014858960</id><published>2009-03-12T12:54:00.000-07:00</published><updated>2009-03-12T12:57:51.522-07:00</updated><title type='text'>“Era mentirinha...”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Se tem uma coisa que eu realmente gosto e me divirto muito é uma boa e velha lorota. De verdade mesmo. Acho extremamente divertido. Quando sou eu que conto então acho mais divertido e anestésico ainda. Ô coisa bem boa disfarçar a verdade, (aquela coisa deveras sem graça que dizem que existe). O fato é, como o Quintana já disse, “a mentira é uma verdade que esqueceu de acontecer”. Gente, sinceramente, “acontecer de verdade” é um mero detalhe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crianças mentem, adolescentes mentem, adultos mentem (mais que crianças), idosos mentem, até meu cachorro mente, ele faz uma puta manha quando chego perto, como se estivesse morrendo, pra eu ficar ao lado dele. Quando saio e o observo de longe ele não ta mais nem aí. Mas não é das mentiras dos cachorros que gosto. O que eu mais gosto mesmo, aí falando bem sério, é a tipicidade da mentira humana. Essa é fascinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem pessoas que mentem pra deixar uma situação mais engraçada, fantasiosa, divertida, essas geralmente são as crianças (mas acho que me encaixo nesse perfil também). É a boa e velha fábula, onde sempre existe um herói pra situação. São como alguns livros e filmes, a gente sabe que não é verdade mas é tão divertido no momento que até “acontece” mesmo. Na verdade é uma coisa bem inocente e burra, mas as pessoas sempre acreditam porque é uma “mentira que faz bem” e rende algumas horas numa mesa de bar. Ninguém iria conversar com alguém, ou ainda “trepar” com alguém que dissesse de cara “eu sou um nada, vivo endividado, fodido, e tenho vários problemas em casa. Não tenho auto – confiança nenhuma e me acho feio embora todos dizem ao contrário.” O sujeito já coloca o rótulo de mala na testa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, existe também a “mentira profissional”. Essa é a mais pura verdade! Ela nunca esquece de acontecer e geralmente está nas pessoas que mais tem “moral” em suas sociedades. Imagina só, você está doente e vai a um médico e ele diz: “Bah tchê, hoje ta foda de te atender. É que bebi demais ontem e usei muita cocaína. Além disso, peguei um travesti, esfolei meu pau batendo punheta enquanto ele comia meu cu e to com uma puta, mas uma puta dor de cabeça. Como se não bastasse, minha mulher, aquela feiosa que casei só porque era rica, ficou falando “horas” hoje de manhã que meu filho vai rodar na escola e que a culpa é minha porque ando muito ausente. Eu sei que ela ta falando ausente porque não compareço, se é que tu me entendes, e sei também que isso não tem nada a ver com meu filho... mas ainda que eu gostasse de mulher, comer aquela mocréia é foda né? Mas vamos lá, eu tenho que te operar né? Vira esse cuzao pra cima que eu realmente tenho tesão em operar hemorróidas!” Porra, não dá pra ouvir isso né?! Outra ainda, imaginem um advogado falando pra um cliente, “senhor, não posso aceitar esses honorários de um milhão de reais e nesse exato momento vou ligar pra procuradoria e entregar o senhor, pois o que me pedes não posso fazer porque sou muito ético e o senhor é realmente culpado por essas fraudes, roubos e assassinatos. Acho melhor o senhor admitir tudo isso e ir para a cadeia para todos nós dormirmos tranqüilos e assim construirmos um Brasil melhor”. Cheguei a rir escrevendo isso... Ou ainda, imaginem o Lula dizendo que realmente não sabe de nada do que acontece no Congresso, que não viu o mensalão, que o Brasil não está em crise e que se chegar alguma crise vai ser só uma “marolinha”... opa, essa não precisa imaginar, ele realmente conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, além da mentira profissional, existe a mentira conjugal e a lorota familiar. São as mentiras que acontecem dentro de uma casa. Vamos instaurar o caos, o filho chega da escola e diz, “mãe, matei aula e fui fumar maconha com meus amigos, tava bem divertido e acho que vou repetir o ano.” E mamãe responde “tudo bem seu merda, tu é resultado de uma porra de uma gravidez acidental e to mais preocupada com o teu pai que tem uma amante a uns dez anos e fica me deixando de lado, ando pensando em me matar porque já me sinto velha pra arranjar alguém pra dar.” Imagine as nossas mães falando em “dar” e que gostam de “foder” (desculpem o linguajar, mas é pra chocar mesmo). Chega a ser mais forte que ela falar que quer se matar. Mas continuando a cena “cotidiana”, aí chega o pai na sala e fala, “sua burra que não fode direito, vou te corrigir, eu tenho a mesma amante há 15 anos e temos até um filho, bem mais bonito e esperto que esse aí. Ah, e lembra aquele financiamento que fiz no teu nome dizendo que era pra reerguer a empresa? Fiz uma viagem com ela pra Punta e paguei de grandão numa mega suíte, tu deverias ter visto!” Pra fica mais real, chega o irmão mais velho e diz, “vou fazer uma viagem de estudos, onde não vou estudar nada e vou beber tudo o que conseguir fazendo turismo, já reservei tudo. Sei que estamos mal de grana, mas grande coisa, virem-se pra pagar, já ta tudo certo. Ah, e outra coisa, preciso trocar meu carro porque na faculdade to virando piada, e como não trabalho, pai, trata de não ser inútil e te mexer pra isso.” Se não houvesse a “mentirinha”, imaginem como seria o almoço de todas as famílias que ainda existem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluindo “pepesoal”, a tipicidade da mentira é imensa. Namorados mentem que não olham e que não desejam mais ninguém, adultos mentem quando mais convêm, “crianças” contam histórias sem pé nem cabeça, funcionários se dizem amigos dos patrões, pessoas escondem paixões e recalques infinitos, é uma infinidade de situações onde sempre poderíamos dizer no final “era mentirinha”, porque de fato, sempre é. Felizes são as pessoas que podem olhar no rosto de quem gostam e dizer, “menti por causa disso, daquilo e daquele outro” e as conseqüências não serem tão catastróficas. A maior mentira é condenar a própria mentira, porque geralmente não temos condições de encarar a verdade nua e crua. Acho que a verdade, agora falando da verdade mesmo, aparece naturalmente quando não nos importamos com o que vão pensar de nós, conseqüências dos nossos atos, culpas, aprovação paterna e materna, dinheiro, política, dinheiro, fidelidade, dinheiro... hehehehe E por aí vai.&lt;br /&gt;Talvez “ser verdadeiro” seja uma camiseta velha, uma calça suja e um violão barato. Um dia ainda chego lá! Até lá vou contando uma lorotinha aqui, outra ali, outra acolá...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-216291171014858960?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/216291171014858960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/216291171014858960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/03/era-mentirinha.html' title='“Era mentirinha...”'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5194974068429820913</id><published>2009-03-11T20:05:00.000-07:00</published><updated>2009-03-11T20:13:29.793-07:00</updated><title type='text'>erfghne ogherigjerh gijrfe´rhgijefvodcnvldn v</title><content type='html'>fk edbejfheroiéfovnfdovndfaoneroier&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;kdn odenoeeijeivhfeov ndjnd~JFP/ JFPWOD J/EPFVBJFP/V JEF&lt;br /&gt; oeofhefao hefoheehoifhji herp gje~j~ldfav j~dpj rpej~jdpjpdj ´do&lt;br /&gt;jdn vodhvid oid hoijdfbvndfobhgrf´hf[gdf[´ged[´ged[geg[pikf´fdh´jh&lt;br /&gt;dnpeagh eig eprgefigfodngdfko epfigj eprgjeprg erpgj perogjeprogj e/gj&lt;br /&gt;NGPOAE PEAIFGJHFPGJADFPOGJDAFOGJ A´DFGJEA´/GJEAGOJE´G J&lt;br /&gt;piegjeprgj erogj érgike[prgi [erg [g e~lkwf[ wekgerjg´roe-u340r0=epgjdfj&lt;br /&gt;pjg e´roge´rg reqgjkérqgjk´itgr´0ewigr0e´gi ergkerg re´wpig rwe[gi ewr[&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é... ainda que eu escreva claramente não é possível entender mesmo...&lt;br /&gt;definitivamente não faz diferença mesmo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5194974068429820913?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5194974068429820913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5194974068429820913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/03/erfghne-ogherigjerh-gijrferhgijefvodcnv.html' title='erfghne ogherigjerh gijrfe´rhgijefvodcnvldn v'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-2810444714032439195</id><published>2009-01-31T03:21:00.000-08:00</published><updated>2009-01-31T03:22:38.199-08:00</updated><title type='text'>Roda da Fortuna</title><content type='html'>Contudo insiste aquele que sofre&lt;br /&gt;Como se o ar não lhe pesasse tanto&lt;br /&gt;Lava o rosto e esconde o pranto&lt;br /&gt;E parte com um andar de morte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rumo é a incerteza de quando&lt;br /&gt;E “o quando” menos se espera nasce a flor&lt;br /&gt;Que não escolhe jardim ou tampouco amor&lt;br /&gt;Para alimentar o sonho de quem segue sonhando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a doação a mulher que não existe mais&lt;br /&gt;(E sabe-se lá se algum dia existiu)&lt;br /&gt;Mas “aquele” segue procurando uma a uma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim vai o cotidiano de quem vira as ruas&lt;br /&gt;A busca daquilo que nunca (sequer) viu&lt;br /&gt;Girando assim perpetuamente a roda da fortuna&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-2810444714032439195?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2810444714032439195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2810444714032439195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/01/roda-da-fortuna.html' title='Roda da Fortuna'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3622328559414553042</id><published>2009-01-26T11:45:00.000-08:00</published><updated>2009-01-26T11:46:02.806-08:00</updated><title type='text'>Comercial</title><content type='html'>Fazendo um comercial só...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=iww6kZf0uz4&amp;amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=iww6kZf0uz4&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3622328559414553042?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3622328559414553042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3622328559414553042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/01/comercial.html' title='Comercial'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7517500680206874328</id><published>2009-01-04T16:13:00.001-08:00</published><updated>2009-01-04T16:20:36.842-08:00</updated><title type='text'>“Um pouco” de saudade</title><content type='html'>Quando falo de saudade&lt;br /&gt;Falo de uma saudade devoradora&lt;br /&gt;Que me toma a razão&lt;br /&gt;Que devasta minha alma&lt;br /&gt;E me torna puro desespero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando falo de saudade&lt;br /&gt;Falo de uma saudade sangrada&lt;br /&gt;Que jorra das minhas chagas&lt;br /&gt;E assim queima meu espírito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se falar mais uma vez da minha saudade&lt;br /&gt;Falo de uma saudade maior que a que tenho da infância&lt;br /&gt;Das tardes de domingo com cheiro de bolacha&lt;br /&gt;Na casa da avó que não tenho mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha saudade é maior que a saudade de uma pessoa só&lt;br /&gt;É a saudade de muitos e todos&lt;br /&gt;Que só cura com aquele que atravessa as nuvens&lt;br /&gt;Quando com ele vem teu sorriso de casa cheia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teus braços abertos receptivos&lt;br /&gt;Tua inocência de criança&lt;br /&gt;Teus anos de futuro&lt;br /&gt;E teu olhar de esperança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um simples trovador&lt;br /&gt;E hoje falo de saudade&lt;br /&gt;Da alegria de quem cria alegria&lt;br /&gt;E semeia sobre um solo de tristeza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No teu sorriso só mora a beleza&lt;br /&gt;De quem possui a fonte da inocência&lt;br /&gt;E que se a Terra permitir assim vai se espalhar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7517500680206874328?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7517500680206874328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7517500680206874328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2009/01/um-pouco-de-saudade.html' title='“Um pouco” de saudade'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-4933815286848283456</id><published>2008-12-24T13:01:00.000-08:00</published><updated>2008-12-24T13:02:45.640-08:00</updated><title type='text'>FELIZ NATAL</title><content type='html'>Feliz Natal&lt;br /&gt;Pronto!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-4933815286848283456?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4933815286848283456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/4933815286848283456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/12/feliz-natal.html' title='FELIZ NATAL'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5641658448032705859</id><published>2008-12-08T12:15:00.000-08:00</published><updated>2008-12-08T12:19:40.897-08:00</updated><title type='text'>Amanhecer</title><content type='html'>O barulho do trânsito chama o novo amanhecer&lt;br /&gt;Abro a janela e com o caos me encontro&lt;br /&gt;Respiro a brisa poluída a tal ponto&lt;br /&gt;Que não é difícil me convencer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fecho a janela&lt;br /&gt;Mergulho na escuridão do quarto&lt;br /&gt;Encaixo meu quadril com o teu&lt;br /&gt;E no teu pescoço relaxo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é fácil esquecer do mundo no emaranhado dos teus cabelos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5641658448032705859?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5641658448032705859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5641658448032705859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/12/amanhecer.html' title='Amanhecer'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-1645047658723519571</id><published>2008-11-28T12:02:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T15:33:48.377-08:00</updated><title type='text'>Mentira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Minto quando a verdade é chata demais.&lt;br /&gt;Ou ainda quando se faz insustentável ao teu ouvido&lt;br /&gt;Quando a realidade é intensa, eu minto!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E assim crio a minha própria arte.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-1645047658723519571?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1645047658723519571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1645047658723519571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/11/mentira.html' title='Mentira'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-1415088472414383071</id><published>2008-11-20T22:41:00.000-08:00</published><updated>2008-11-20T22:46:25.316-08:00</updated><title type='text'>Sobre as nuvens...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando em um dia cinza qualquer&lt;br /&gt;A felicidade chegar até ti na forma de uma gota de chuva&lt;br /&gt;Não a deixe do lado de fora da janela&lt;br /&gt;Tão pouco a espalhar-se pela grama e perder-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desconfies da sinceridade contida nos raios de sol&lt;br /&gt;Esses só chegam quando convém a si próprios&lt;br /&gt;Tenhas certeza que quando mais precisarás deles,&lt;br /&gt;Estarão todos escondidos atrás das nuvens&lt;br /&gt;E juntos então&lt;br /&gt;Em uma hilariante cumplicidade com as mesmas&lt;br /&gt;Debocharão de ti:&lt;br /&gt;“Hei! Estamos aqui! Tu sabes, mas não pode ver-nos ou sentir-nos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendas as mulheres como entendes agora as nuvens&lt;br /&gt;Elas sempre podem ter alguma coisa escondida atrás da própria ternura...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saibas que todas são moldáveis a desenhos&lt;br /&gt;Belas formas e maciez de um infindável prazer&lt;br /&gt;Basta observa-las e imaginar tudo o que elas podem ser&lt;br /&gt;Ou ainda como podem fazer-te sentires&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando não souberes mais para onde ires&lt;br /&gt;Perdido entre todos os seus encantos&lt;br /&gt;Elas pesarão e sobre teus ombros cairão seus prantos&lt;br /&gt;Nas formas de pequenas, frias e mortais navalhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, quando teu sangue confundir-se com a terra,&lt;br /&gt;Verás que uma pequena gota de chuva tocará a tua janela&lt;br /&gt;Implorando para entrar&lt;br /&gt;E assim&lt;br /&gt;O céu denso será mais radiante que o próprio sol&lt;br /&gt;Como se o cinza fosse a mais bela das cores&lt;br /&gt;Entenderás mais uma vez&lt;br /&gt;Que por mais que sofras com os amores&lt;br /&gt;São somente a eles que pertencem a tua própria alma.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-1415088472414383071?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1415088472414383071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1415088472414383071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/11/sobre-as-nuvens.html' title='Sobre as nuvens...'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-7691072221212213996</id><published>2008-11-15T15:03:00.000-08:00</published><updated>2008-11-15T15:13:00.112-08:00</updated><title type='text'>Morrestes</title><content type='html'>Morrestes&lt;br /&gt;Simples assim&lt;br /&gt;Procurei-te pela casa&lt;br /&gt;Pelas ruas, esquinas, calçadas.&lt;br /&gt;Morrestes&lt;br /&gt;Simples assim&lt;br /&gt;Procurei-te entre as pessoas&lt;br /&gt;Entre todos os rostos da noite&lt;br /&gt;Entre todos os raios de sol da aurora&lt;br /&gt;Mas morrestes&lt;br /&gt;Não pertences mais a vida&lt;br /&gt;(ou somente a minha)&lt;br /&gt;Começo a acreditar que morrestes...&lt;br /&gt;Pero sei morrestes só pra mim&lt;br /&gt;E não há mais luto agora&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-7691072221212213996?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7691072221212213996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/7691072221212213996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/11/morrestes.html' title='Morrestes'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5615599970618865741</id><published>2008-11-03T21:25:00.000-08:00</published><updated>2008-11-04T04:54:24.438-08:00</updated><title type='text'>Solidão</title><content type='html'>Solidão é aquela que sempre boto pra correr com um cigarro, um violão ou um poema.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5615599970618865741?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5615599970618865741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5615599970618865741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/11/solido.html' title='Solidão'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-5709597588410972341</id><published>2008-11-03T20:37:00.000-08:00</published><updated>2008-11-04T04:56:15.588-08:00</updated><title type='text'>Escultura em Vidro</title><content type='html'>Se desprezas meu amor,&lt;br /&gt;Não sabes o que faz&lt;br /&gt;Meu amor é uma arte&lt;br /&gt;Uma canção de paz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se desprezas meu amor,&lt;br /&gt;Ainda que não me sintas&lt;br /&gt;Sentirás a falta dele&lt;br /&gt;Pois ele preenche o imenso vazio teu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amor,&lt;br /&gt;Não é um amor tolo, que se perde no teu rosto,&lt;br /&gt;E tão pouco derrapa em tuas curvas.&lt;br /&gt;Meu amor,&lt;br /&gt;Não é um amor provado, posto a ser testado,&lt;br /&gt;Ou ainda a ser um entretenimento teu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amor,&lt;br /&gt;É um amor sincero&lt;br /&gt;Que sofre com teus desvios fugindo de ti mesma,&lt;br /&gt;Que sabe que a bela que faz pilares na beleza&lt;br /&gt;Teme não ter nada além do externo a ser exibido&lt;br /&gt;E ainda é um amor profético:&lt;br /&gt;Conhecedor do teu sofrimento quando os anos a levarem de ti&lt;br /&gt;Juntamente com todos que hoje a ti desejam&lt;br /&gt;Pois esses se voltarão para a mais nova “bela”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu amor atravessa o tempo&lt;br /&gt;Não liga para o passado ou teme o que está por vir&lt;br /&gt;Meu amor não é um amor inventado&lt;br /&gt;É semeado e eternizado no teu ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a culpa quando sou amante&lt;br /&gt;Mentira que quero ser&lt;br /&gt;É a busca perpétua de estar ao lado teu&lt;br /&gt;Disposto a doar mais e mais do meu amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se desprezas meu amor&lt;br /&gt;Saibas que ele é uma escultura em vidro&lt;br /&gt;Que se quebra simplesmente por medo de tocar&lt;br /&gt;Pois somente assim ele pode ser:&lt;br /&gt;Amor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-5709597588410972341?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5709597588410972341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/5709597588410972341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/11/escultura-em-vidro.html' title='Escultura em Vidro'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-1856616665520728766</id><published>2008-11-02T12:38:00.000-08:00</published><updated>2008-11-08T15:40:18.613-08:00</updated><title type='text'>Poema para a minha morte</title><content type='html'>Pura presunção&lt;br /&gt;Mas se chegar a tanto&lt;br /&gt;Prenda os olhos naquele senhor velho&lt;br /&gt;Fumando sozinho ali no canto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mãos já são tortas&lt;br /&gt;Não encontra mais a própria música&lt;br /&gt;Perdeu o ritmo da vida&lt;br /&gt;Somente a solidão ele busca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes cantarola algumas canções velhas&lt;br /&gt;Outras prefere contar algumas histórias&lt;br /&gt;Que ninguém acredita&lt;br /&gt;Mas ele as conta&lt;br /&gt;Sempre repete as mesmas&lt;br /&gt;Onde ele é o herói de si mesmo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O garçom pergunta:&lt;br /&gt;“O de sempre Seu André?”&lt;br /&gt;Ele responde que sim com a cabeça&lt;br /&gt;Algumas vezes parece achar que ninguém merece uma palavra sua&lt;br /&gt;Quanta arrogância daquele senhor velho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que não tem família&lt;br /&gt;Nunca o vi com filhos&lt;br /&gt;Parece não dar a mínima para o que construiu&lt;br /&gt;E ainda, uma vez, o ouvir dizer:&lt;br /&gt;“Se fosse tão importante não seria papel.”&lt;br /&gt;Quanta arrogância daquele senhor velho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que mais me intriga&lt;br /&gt;Por que ele ainda escreve? E para quem?&lt;br /&gt;Guarda tudo nos bolsos&lt;br /&gt;Quanta ignorância daquele senhor velho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a solidão tenha piedade dele e a morte se faça implacável&lt;br /&gt;Para assim redimir aquele senhor velho&lt;br /&gt;- Olha como ele caminha!&lt;br /&gt;Parece carregar todos os pecados do mundo nas costas&lt;br /&gt;Lá se vai o senhor velho&lt;br /&gt;Mas para onde?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-1856616665520728766?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1856616665520728766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1856616665520728766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/11/poema-para-minha-morte.html' title='Poema para a minha morte'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-8964090684328449046</id><published>2008-10-28T22:37:00.000-07:00</published><updated>2008-10-29T04:11:07.620-07:00</updated><title type='text'>Para entender-me</title><content type='html'>Quando o ciúme tomar parte do teu corpo&lt;br /&gt;Não sabendo explicar de onde vem a fúria&lt;br /&gt;Saberás um pouco mais de mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a posse escurecer tua visão vendo-me sair&lt;br /&gt;E sentires um vazio somado ao teu próprio “raivedo”&lt;br /&gt;Entenderás-me mais um pouco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a saudade for cruel parecendo não ter fim&lt;br /&gt;E achares melhor ter-me perto a ver-me feliz&lt;br /&gt;Entenderás o que já fiz por ti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a angústia invadir teu peito&lt;br /&gt;Dando nós na tua garganta com a minha falta&lt;br /&gt;E assim me procurar na hora mais inoportuna&lt;br /&gt;Cheia de ódio e uma infindável dor&lt;br /&gt;Estarás entendendo o que sou capaz&lt;br /&gt;Então,&lt;br /&gt;Quando fizeres tudo isso e um pouco mais&lt;br /&gt;Saberás o porquê não me encontras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque existem as diferenças do amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amo-te da forma exclusiva que sei amar&lt;br /&gt;Com o amor que tolera a ausência pela felicidade tua&lt;br /&gt;Que te deixa livre em um céu limpo e te protege das chuvas&lt;br /&gt;Que confia na tua mão pelo caminho escuro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amo-te inclusive com orgulho&lt;br /&gt;Da minha própria capacidade de amar-te&lt;br /&gt;Ainda que para ti sejas invisível&lt;br /&gt;Por não me veres prender-te com grilhões de ternura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se minha forma é pura&lt;br /&gt;Sei que não foi o bastante&lt;br /&gt;Ainda sim, agora distante,&lt;br /&gt;Amo-te cada dia singular da minha vida sentindo a falta tua&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-8964090684328449046?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8964090684328449046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8964090684328449046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/10/para-entender-me.html' title='Para entender-me'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-1176517918465628706</id><published>2008-10-28T05:17:00.000-07:00</published><updated>2008-10-28T05:19:14.460-07:00</updated><title type='text'>El paso</title><content type='html'>Paso por la puerta, a cada paso yo paso&lt;br /&gt;A cada paso, te encaro y paso&lt;br /&gt;Paso&lt;br /&gt;Siempre paso&lt;br /&gt;Dejo todo pasar&lt;br /&gt;Dejo pasar todo&lt;br /&gt;Así mismo&lt;br /&gt;Finjo que no paso&lt;br /&gt;Y que no dejo pasar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En la bebida casi me aflojo&lt;br /&gt;Ignorancia plena y feliz&lt;br /&gt;¿Lo que será que hice?&lt;br /&gt;Para merecer el dolor que paso&lt;br /&gt;Paso&lt;br /&gt;Siempre paso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paso por arriba de las personas&lt;br /&gt;Paso por debajo de las leyes&lt;br /&gt;Puedo por arriba del muro&lt;br /&gt;¿ Verte otra vez?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este es el perpetuo paso&lt;br /&gt;Lento, pero es mi paso&lt;br /&gt;De aquellos que vuelven insistentemente la cabeza para abajo&lt;br /&gt;Dejando la vida pasar&lt;br /&gt;En una levedad mentirosa y risueña&lt;br /&gt;¿ Pero quién me critica también no deja pasar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yo paso&lt;br /&gt;Mismo no sabiendo por donde&lt;br /&gt;Siempre paso&lt;br /&gt;Voy dejando todo pasar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-1176517918465628706?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1176517918465628706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1176517918465628706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/10/el-paso.html' title='El paso'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-1451977914421726456</id><published>2008-10-25T14:31:00.001-07:00</published><updated>2008-10-25T15:04:51.175-07:00</updated><title type='text'>Soneto para meu “pavão”</title><content type='html'>Réplica explosiva, desvairada e às vezes até sem razão&lt;br /&gt;Independente do humor se faz tomada pela ternura&lt;br /&gt;Sempre suave, como da tua desejável pele é a textura&lt;br /&gt;O labirinto do teu olhar em constante doação ao perdão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perco-me nos infindáveis caminhos da tua fala e mãos&lt;br /&gt;Carregando-me aos consolos, ainda que tenhas dúvidas&lt;br /&gt;Faz-se certeza a tua palavra de luz a minha escura&lt;br /&gt;Para aliviar de mim qualquer tipo de desilusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zelas pelo sentimento mais valioso do universo&lt;br /&gt;Ainda que os supérfluos tentem em vão embaçar&lt;br /&gt;Deixa quem a rodeia em uma constante aquarela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se culpa uma estrela pelo seu próprio brilho&lt;br /&gt;Nem a um pavão pelas cores das suas belas penas&lt;br /&gt;Tão pouco a ela, pela própria beleza de ser bela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Esse é um poema que fiz para um “pavão” amigo que sempre transforma as tempestades da minha vida em mares caribenhos. Nanda, obrigado por seres minha amiga e deixares o mundo bem menos chato. Como tu mesma dizes, “um beijo e um queijo” pra ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-1451977914421726456?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1451977914421726456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1451977914421726456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/10/soneto-para-meu-pavo-rplica-explosiva.html' title='Soneto para meu “pavão”'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-1004100826943344537</id><published>2008-10-24T12:36:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T12:55:02.229-07:00</updated><title type='text'>Quando o espelho quebra</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É difícil juntar os pedaços que sobram quando terminamos qualquer relação. Seja ela de trabalho, amizade, amorosa, tanto faz. No momento que passamos por uma situação dessas não sobram muitas perspectivas a nossa frente, uma vez que projetamos nosso futuro com “o” ou “os” envolvidos que estamos rompendo. Claro que existem os rompimentos de situações sufocantes, mas não são esses a que me refiro. Refiro-me àquelas que ainda esperamos que dê certo. Aquela relação que tínhamos tanta confiança (e por que não dizer esperança), que fosse duradoura. Aquele sentimento que sempre poderíamos contar com aquela pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com todas as bobagens que já disse nesse um quarto de século, é lógico que já tive incontáveis separações e rompimentos desse tipo. Houve um tempo que minha língua era muito mais rápida que minha razão, (de certa forma ainda é, mas já me controlo um pouco mais), e por causa disso perdi algumas boas amizades. Certa vez até uma namorada muito legal, que deve ser chateada comigo até hoje... (Nesse momento confesso que até pensei em ligar pra ela e pedir desculpas). Bem, sempre nos sentimos mal (pelo menos deveríamos) quando fazemos, ainda que brevemente, aquele exame de consciência e chegamos à conclusão: “caguei”. Aí vem, às vezes, aqueles tardios pedidos de desculpas, fiascos, choros (particularidade, mas não exclusividade das “meninas”), flores, mensagens, incontáveis telefonemas, enfim, todo aquele “circo” que somos todos capazes de fazer. Nada mais natural. Nada mais humano que enfiar o pé na jaca estando com a cabeça quente e depois ver a grande besteira que fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pra não fugir muito dos últimos textos aqui postados, vou falar um pouco de quando rompemos uma relação unilateral que criamos dentro de nós mesmos. Aquela que já falei, que “já fiz”, que “eu fiz você”. Sim, essa também é uma “separação” dolorosa. É a volta ao mundo real, as contas a pagar na segunda, as gravações que ainda preciso fazer, aos projetos de trabalho, as pessoas que ainda precisam um pouco da minha atenção e zelo. Agora enumero o que “ainda” tenho e vejo uma responsabilidade relativa quanto a isso. Não posso, infelizmente, viver um conto “shakesperiano” a sua espera, (sim, o texto tem destinatário). É uma pena não poder perder a razão em meus pensamentos pensando em ti, projetando e deixando-me projetar pela sua simples existência. Não que tenha perdido o metrônomo do seu caminhar, que ainda tem o mesmo “beat” do meu peito, ou que tenha sumido o encanto que apareceu no breve momento que seus olhos passaram pelos meus. Não é isso. É apenas a realidade, essa imposta a nossa (minha) situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim, com a realidade, que os cristais racham. Que os perfumes perdem o aroma, que a manhã de sol perde o calor dando lugar ao frio da própria existência. Foi assim que o espelho da minha alma quebrou. Quando fitei mais uma vez seus olhos e não me vi, ainda que embaçado, refletido neles. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-1004100826943344537?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1004100826943344537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/1004100826943344537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/10/quando-o-espelho-quebra.html' title='Quando o espelho quebra'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-6312064346912673935</id><published>2008-10-17T15:14:00.000-07:00</published><updated>2008-10-17T15:16:08.169-07:00</updated><title type='text'>ENOLA GAY</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/SPkOk0UlftI/AAAAAAAAABA/radmvBwYDQM/s1600-h/Enola_Gay.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258250065614831314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/SPkOk0UlftI/AAAAAAAAABA/radmvBwYDQM/s320/Enola_Gay.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Caminhou até o carro como quem caminha pelo corredor da morte. Já tinha esquecido todo o discurso que havia preparado porque transpirava emoção e nervosismo no trajeto. Pensou a cada sinal que passava se o vermelho era algum sinal para não fazer o que estava disposto. Prosseguiu. Ao chegar a encruzilhada da rua pensou mais uma vez, hesitou, mas com o Diabo ao pé do ouvido entrou na rua e estacionou. Caminhou com um passo tímido até o portão da casa dela com algumas flores na mão. Tocou o interfone. Respirou fundo, perdeu o olhar no azul do céu até a hora em que ela apareceu à porta, maravilhosamente “trajada” com roupas de “ficar em casa”. Nesse momento as palavras faltaram em sua boca, as ações em seu corpo, o oxigênio em seu cérebro. Ao se deparar com o olhar dela docemente “inquisidor” estendeu o braço que carregava as flores e entregou-as em suas mãos. Após alguns momentos de silencio absoluto de ambas as partes a adrenalina tomou conta do seu sangue e disparou: “Sabe quem perderá de verdade nessa situação? Você! Conheço sua alma, os seus defeitos, seu passado, suas falhas de caráter, suas invejas, agouros, sorrisos forçados e seus medos. Sua beleza externa não ofusca a verdadeira visão que tenho de ti. Não perco o foco do seu interior nas curvas dos seus vestidos. Não te vejo como conquista, nem como prêmio. Te vejo como a única “coisa” que existe no universo capaz de preencher o imenso vazio que oxida minha alma. Como os “bom dias” da minha vida. Como o sol que invade o final do inverno. Como o orvalho nas plantas. Como um raio de luz invadindo a escuridão infinita... E sendo assim, te ofereço a única coisa que tenho, minha vida. Essa que por sua vez dedicaria todos os dias a sua, sem reservas ou mentiras, te trazendo dia pós dia os “mimos” e esperanças de um novo amanhecer. Eu sei que não é muito, mas é o melhor que posso oferecer, e essa sinceridade você não vai achar em nenhum outro lugar do mundo. Existe outra maneira de dizer eu te amo?” O silencio ficou palpável no ar. A tensão condensava os sentimentos. Quando o telefone dela tocou e ela o entendeu com uma lágrima caindo pelo canto do olho, ele sabia exatamente o que estava acontecendo. Com um sorriso natural ela virou as costas para falar com sua “nova vida”, enquanto ele se tornava tão devastado quanto as duas cidades japonesas que o Enola Gay destruiu. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-6312064346912673935?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/6312064346912673935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/6312064346912673935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/10/enola-gay.html' title='ENOLA GAY'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/SPkOk0UlftI/AAAAAAAAABA/radmvBwYDQM/s72-c/Enola_Gay.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3614172157633177106</id><published>2008-10-13T22:10:00.000-07:00</published><updated>2008-10-13T23:49:35.635-07:00</updated><title type='text'>A “Quântica do meu eu”</title><content type='html'>Comovido como o Diabo. É exatamente assim que tenho andado me sentindo. Completamente a flor da pele que, como já diria Zeca Baleiro “qualquer beijo de novela me faz chorar (...) que meu desejo se confunde com a vontade de não ser”. Não quero parecer um dramaturgo mexicano no momento (ou até talvez para toda a vida), mas essa “comoção” anda me deixando meio confuso da “cachola”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico confuso com todas as máscaras que posso usar. Com todos os personagens impressos na minha alma que, muitas vezes, até eu estranho. A quântica do meu “eu” fica mais assustadora aos meus olhos a cada momento que descubro alguma “novidade” sobre mim. Um perfeito pesadelo sóbrio do “cara que vejo diante do espelho”. As cartomantes e afins que me desculpem, mas essas “vidências” originais das conversas de salões de beleza, aquelas do tipo “você encontrará alguém especial”, “seu namorado ou namorada pensa em outra pessoa às vezes” (nada mais lógico caros “jumentos” crentes em tais coisas) são puras besteiras. Carregamos conosco todas as possibilidades das faces humanas. Ora podemos ser ternos, meigos, queridos, gentis e amáveis. Como ora podemos ser maus, fofoqueiros, pregadores de discórdia, discípulos da dor, assassinos da beleza (porque não dizer da vida). Podemos ser tudo aquilo que vemos em outros da nossa espécie. Basta um “pequeno” fator desencadeador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que então ocorre um “fator desencadeador” com esse que aqui escreve. Será que depois de fazer “faculdade” em decepções afetivas posso ainda crer que exista vida após o amor para recomeçar? Começo a acreditar que sim... infelizmente (ou felizmente, porque o sentimento é meu e “que se foda o alvo”). Ah como era é bom me sentir neutro, sempre pronto para qualquer “aventura” que aparecesse. Segunda, terça. quarta, quinta, sexta, sábado e domingo (o dia preferido), qualquer dia era dia de “conhecer” uma mulher nova. Bem coisa de “jaguara”, mas é assim que sou, ou melhor, era até o momento. (momento de tensão)... Nada mais normal se eu dissesse agora “tô namorando e feliz”. “Encontrei uma pessoa especial e bla bla bla”. Mas não... Continuo “neutro”, entretanto, talvez apaixonado. Ainda não sei dizer ao certo porque já faz tanto tempo que esqueci como é estar (se sentir) assim. Mas o fato é que a possibilidade é grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora em vez de ser amável ao primeiro e geralmente único encontro e depois sumir, (que coisa mais cretina de se admitir), começo a ter a estranha vontade de criar o primeiro encontro e ali permanecer. Trocar as velhas desculpas “tenho que acordar cedo” (é possível?!), “amanhã tem show”, “preciso ir pro iL Brasco”, pela sinceridade da pergunta “posso dormir com você hoje?”. Tenho tentado fielmente ser o “bom e velho canalha” com minha “vítima” atual, essa mesma da “paixonite”, mas não estou tendo sucesso. Acabei sendo eu a vítima. E o pior, vítima voluntária, uma vez que, mesmo sendo uma situação unilateral, estou estranhamente feliz com o mais novo (velho) sentimento que reencontrei. Tudo bem, dessa vez não deu certo e vou ter que curar “a dor de corno” em “coxa de china”, mas é bom saber que ainda tenho essa capacidade. Quem sabe da próxima vez...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3614172157633177106?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3614172157633177106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3614172157633177106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/10/quntica-do-meu-eu.html' title='A “Quântica do meu eu”'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-8463754095871915387</id><published>2008-10-07T07:24:00.000-07:00</published><updated>2008-10-07T08:43:36.583-07:00</updated><title type='text'>Eu fiz você</title><content type='html'>Tenho grandes dificuldades com desenhos, pinturas, esculturas. Quando “guri” na escola era péssimo com a tal da argila. Meus “coleguinhas” faziam coisas bonitas e identificáveis com o tal barro, enquanto eu fazia enormes cocozões e dizia “profe, isso é um pônei”.  Era tamanha a dificuldade com o negócio que encorajar o moleque de seis anos, cabelo com corte de pinico e desbocado pra chuchu poderia até ser considerado um atentado contra a arte infantil. Eu era (sou) realmente péssimo com esculturas.&lt;br /&gt;Compensando ou não, sempre tive uma imaginação muito boa. Na minha cabeça as esculturas ficavam lindas, cheias de vida e definições. Dentro da minha cuca Michelangelo passaria vergonha com as dele. Com essa habilidade então, a  pouco tempo atrás “esculpi” uma moça. Bem, ela já tinha traços bonitos, lindos na verdade, era barbada fazer o resto. Bastava olhar nos seus olhos enquanto ela educadamente falava comigo com sua voz angelical e imaginar o resto. “Esculpi” a sua companhia, os abraços de carinho, os beijos, as palavras de consolo nos momentos oportunos, os “mimos” que daria a ela, os sorrisos, as noites, dias e manhãs de amor. Era tudo perfeito. Enquanto aspirava seu perfume imaginava a textura da pele, as massagens que faria nela após qualquer dia de estresse que eventualmente pudesse ter, os cafés na cama, as ligações “banais” somente para dizer “estava pensando em ti”. Enfim, esculpi toda uma situação na minha própria cachola sem ela tomar conhecimento. Imaginei todo aquele cenário meloso, (que todo mundo diz ter ódio e ser cafona mas quer ter), sem ela nem sonhar que pudesse estar fazendo isso. Sensacional! Aí, tal qual o escultor famoso que disse a sua obra “parla”, acreditei na minha própria criação. É um erro colocar a arte no mundo real. A arte não existe nesse lugar.Quando me dei conta que como antigamente acontecia com a argila não poderia exteriorizar minha “obra de arte”, meu pequeno mundo imaginário se perdeu nas aquarelas e descoloriu. Não perdendo seu encanto, mas sim a viabilidade da situação. Era presunção demais achar que a “Vênus de Milo” (a minha tem braços) que todos observavam “catatonicamente” maravilhados, prenderia ser olhar por mais de cinco minutos no “menino com cabelo de pinico”. Pensei pra mim mesmo, “eu fiz você”, “como te criei posso te destruir dentro de mim”, “quem ela acha que é pra ficar nos meus pensamentos?”. Pensei várias coisas, mas, além de não conseguir, achei que seria uma pena acabar com a “escultura” idealizada. “Te fiz pra mim”. E sendo assim, em mais um ato de puro egoísmo meu, mas sem ferir ninguém, “guardei ela” no “museu” dos móveis velhos dos meus pensamentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-8463754095871915387?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8463754095871915387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/8463754095871915387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/10/eu-fiz-voc.html' title='Eu fiz você'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-2458447392309357459</id><published>2008-10-06T11:53:00.000-07:00</published><updated>2008-10-06T12:27:15.779-07:00</updated><title type='text'>Maravilhas do Zetron</title><content type='html'>Que tipo de pessoa é tão estúpida a ponto de ser premiada com o direito de viver saudavelmente e escolhe todos os dias ingerir arsênio em 25 “cápsulas” diárias? Eu, André Scheid, fumante.&lt;br /&gt;Sou fumante a alguns anos dos clássicos Marlboros vermelhos. Deliciosos cigarrinhos que sempre que você termina um tem logo vontade de acender outro. É um hábito gostoso, que anestesia toda a solidão que eventualmente (?) sinto. Acompanhado de um café e um bom papo torna um simples momento único no seu dia. O problema é que mata. E geralmente de maneira dolorosa, de doenças que o “infeliz” demora e sofre pra morrer. Então, porque as pessoas fumam? Sei lá, mas eu fumo e estou preocupado com minha saúde.&lt;br /&gt;Tentei várias vezes parar de fumar, todas não tiveram sucesso. A alteração de humor acabava “fodendo” a frustrada tentativa. Acabei relatando isso ao meu psiquiatra, um cara “velhinho”, muito “gente fina” e que sabe das coisas. Aí ele me veio com o milagre: ZETRON! Um remédio capaz de tirar a vontade de fumar, a ansiedade, o mau humor, a reclamação dos não fumantes e a alegria do cara do posto que compro cigarro. Ou seja, uma maravilha!!! Demorei para acreditar que era tão simples! Fiquei radiante, emocionado, feliz! Na mesma tarde voltei a correr, fiz planos para aumentar o número das minhas atividades físicas (sexo não conta nesse momento). Ou seja, minha vida mudou naquela tarde! Pra pior...Acontece que fiz parte da pequena estatística de pessoas que não param de fumar com o tal remédio... E de uma forma “inusitada”, como já diria meu amigo Xandy, acostumando com o gosto ruim do cigarro! Isso mesmo! Os maravilhosos “marlborinhos” passaram a ter um gosto horrível pra mim. Semelhante ao primeiro cigarro que coloquei na boca em minha vida, um Free! Aquele da propaganda de TV que dizia “questão de bom senso” ( enfia esse “bom senso” no c...) Agora fumar pra mim passou a ser algo que “sofro” com o gosto “podre” do cigarro. Mas não paro. Consegui diminuir o número de “cápsulas de arsênio” para “apenas” 15 diárias. Mas firme e “forte” me mantenho fumando. Acho que estou tentando um longo e doloroso suicídio que com certeza terá êxito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-2458447392309357459?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2458447392309357459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/2458447392309357459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/10/maravilhas-do-zetron.html' title='Maravilhas do Zetron'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4577693206293675994.post-3688387452521329322</id><published>2008-10-06T11:10:00.000-07:00</published><updated>2008-10-06T11:43:45.880-07:00</updated><title type='text'>Meio cansado das coisas...</title><content type='html'>Bem, meu primeiro texto do meu primeiro blog não poderia começar diferente: reclamando. Quem me conhece sabe, domingo (dia que estou escrevendo) é sempre o dia que escolho pra reclamar (mais) das coisas que me chateiam. Esse domingo (5/10) aconteceu uma mera coincidência, foi o dia das eleições para prefeito e vereador. E como detesto política não poderia deixar esse assunto passar em branco. Alias, “branco” deveria ter sido meu “infeliz” voto. Teria sido mais sincero comigo mesmo.&lt;br /&gt;Nesse exato momento estou sentado aqui no iL Brasco, em frente ao computador, ouvindo milhões de buzinas e gritos de comemorações dos carros que passam na rótula da Marcílio Dias. Me atrevi a dar uma espiada para ver o que estava acontecendo. Carros com bandeiras, gente pendurada para fora dos carros também com bandeiras, motoristas gritando segurando cervejas, jingles dos candidatos no último volume nos rádios... Nem Dante conseguiria imaginar uma cena dessas na sua época... Deveria ter ficado feliz, afinal de contas, votar é um exercício de cidadania, uma legitimação da democracia do Estado Democrata de Direito do Brasil. Mas não fiquei. Não consegui ter nenhum ânimo com aquela cena. Na verdade não acredito mais nas pessoas envolvidas na política. Não estou querendo ofender ninguém, mas cá entre nós, saí governo entra governo e o que muda são só os penteados e a marca do gel dos candidatos. Ah, não esquecendo, mudam as cores das bandeiras também, mudam os carros dos “candidatos” ao final do mandato deles, mudam as frases ditas nas campanhas, mudam as atenções dadas aos eleitores quando já estão eleitos... Pensando bem, muda muita coisa em quatro anos de governo...&lt;br /&gt;Só o que não muda é a situação do tão sofrido povo, que ainda tem “esperança” (ou fome, porque em época de eleição se come bem) de que alguma coisa mude. Eu não tenho mais essa esperança. Mas ainda quero ser contrariado em minhas atuais perspectivas.&lt;br /&gt;Até lá, vou continuar achando que nesse domingo os “eleitos” estão apenas comemorando os futuros escândalos que vão se meter e as possíveis Mercedes com bancos de couro que poderão comprar ao final de seus mandatos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4577693206293675994-3688387452521329322?l=coisasdoscheid.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3688387452521329322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4577693206293675994/posts/default/3688387452521329322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdoscheid.blogspot.com/2008/10/meio-cansado-das-coisas.html' title='Meio cansado das coisas...'/><author><name>André Scheid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14711468375238136520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_XoZTYl6bOyY/ScvryHcalSI/AAAAAAAAACU/MWPhsOkMesQ/S220/0903070037.JPG'/></author></entry></feed>
